Neste VI Domingo da Páscoa, o Papa Leão XIV conduziu a oração do Regina Coeli na Praça São Pedro, diante de milhares de fiéis e peregrinos, refletindo sobre o amor de Deus, a vivência dos mandamentos e a ação do Espírito Santo na vida cristã.
Ao comentar o Evangelho proclamado neste domingo, o Santo Padre destacou as palavras de Jesus dirigidas aos discípulos durante a Última Ceia: “Se me tendes amor, cumprireis os meus mandamentos”. A partir dessa passagem, o Papa explicou que a relação com Deus não nasce do medo ou da obrigação, mas da experiência do amor divino.
“É o amor de Deus, pelo contrário, a condição para a nossa justiça”.
Segundo Leão XIV, os mandamentos só podem ser vividos verdadeiramente quando o cristão reconhece o amor de Deus revelado em Cristo. “As palavras de Jesus são, portanto, um convite à relação, não uma chantagem ou uma incerteza”, afirmou.
O Papa também recordou que o amor cristão tem no próprio Cristo o seu modelo maior:
“Eis por que o Senhor manda que nos amemos uns aos outros como Ele nos amou: é o amor de Jesus que gera em nós o amor.”
Na sequência, o Santo Padre explicou que o verdadeiro amor é “fiel para sempre, puro e incondicional”, capaz de se doar sem buscar recompensa. “Porque Deus nos ama primeiro, também nós podemos amar; e, quando amamos de verdade a Deus, amamo-nos de verdade uns aos outros”, declarou.
Ao falar sobre os mandamentos, Leão XIV ressaltou que eles são um caminho de liberdade e salvação:
“Os mandamentos do Senhor são, por isso, uma regra de vida que nos cura dos falsos amores; são um estilo espiritual, que é caminho para a salvação.”
O Papa ainda destacou a presença constante do Espírito Santo, chamado por Jesus de Paráclito, o “Advogado defensor” e “Espírito da Verdade”. Segundo ele, Deus não abandona os seus filhos nas dificuldades da vida. “Quem corresponde ao amor que Jesus nutre por todos encontra no Espírito Santo um aliado que nunca falha”, afirmou o Pontífice.
Após a oração mariana, Leão XIV manifestou preocupação com o aumento da violência na região do Sahel, especialmente no Chade e no Mali, atingidos recentemente por ataques terroristas.
“Asseguro minhas orações pelas vítimas e minha solidariedade a todos aqueles que sofrem. Desejo que cesse toda forma de violência e encorajo todos os esforços em prol da paz e do desenvolvimento naquela terra amada.”
O Santo Padre também recordou o “Dia da Amizade Copta-Católica”, celebrado neste 10 de maio, dirigindo uma saudação ao Papa Tawadros II e à Igreja Copta.
Ao final do encontro, o Pontífice dedicou uma mensagem especial às mães:
“Por intercessão de Maria, a Mãe de Jesus e nossa, rezemos com carinho e gratidão por cada mãe, especialmente por aquelas que vivem em condições mais difíceis.”
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Fonte: Vatican News
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