O Evangelho de João 14,15-21, neste 6º Domingo da Páscoa, convida-nos a rezar a partir da promessa de Jesus: “Não vos deixarei órfãos. Eu virei a vós”.
Nesse sentido, o missionário redentorista, Pe. Guilherme Viana, C.Ss.R., provoca em nós a reflexão sobre os momentos em que nos sentimos sozinhos.
É comum a impressão de que ninguém se interessa pela nossa vida ou está disposto a nos escutar e ajudar. Mas, a Palavra de Deus vem nos lembrar do coração afetuoso e filial de Jesus, que nos prometeu um amigo.
Ele sabia que haveríamos de sentir a solidão, contudo, prometeu-nos que enviaria da parte de Deus um defensor, Aquele que permanece conosco: “O Espírito da Verdade”.
“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará um outro Defensor, para que permaneça sempre convosco: o Espírito da Verdade, que o mundo não é capaz de receber, porque não o vê nem o conhece”. (João 14, 16-17)
Jesus se preocupou com os discípulos e se preocupa conosco. Ele se faz presente aqui, agora, por meio do Espírito Santo. Segundo Pe. Guilherme, “este Espírito da Verdade não é uma ideia, não é uma força abstrata, Ele é uma Pessoa divina, é o Paráclito, o defensor, consolador”.
“Nenhum caminho é longo demais quando vamos acompanhados”
Conscientes de que não estamos sós, o Padre reforça que podemos cultivar a amizade com o Espírito Santo, para cada vez mais, termos essa certeza de que estamos peregrinando por essa vida acompanhados.
Cultivamos, então, essa amizade, quando pedimos Sua ajuda, Sua presença e ouvimos Seus conselhos e inspirações em oração. Este mesmo amigo é Quem guia a Igreja de Cristo nesta terra a fim de nos levar à glória de Deus.
Que a Mãe Aparecida nos abençoe e ajude-nos a cultivar a amizade com o Paráclito!
add_circle O que significa dizer que o Espírito Santo é o "Paráclito"?
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