Na Audiência Geral desta quarta-feira (20), o Papa Francisco recebeu os fiéis na Praça São Pedro, no Vaticano, e durante a catequese deu continuidade ao ciclo de reflexões sobre a paixão pela evangelização.
O Santo Padre apresentou o testemunho de São Daniel Comboni, que desenvolveu seu apostolado na África.
Francisco iniciou destacando que São Daniel continuamente lutava contra o horror da escravidão, da qual era testemunha.
“A escravidão ‘coisifica’ o homem, cujo valor se reduz a ser útil a alguém ou a alguma coisa. Mas Jesus, Deus feito homem, elevou a dignidade de cada ser humano e desmascarou a falsidade da escravidão. Comboni, à luz de Cristo, tomou consciência do mal da escravatura”, iniciou o Papa.
E completou: “E compreendeu, além disso, que a escravidão social está enraizada em uma escravidão mais profunda, a do coração, a do pecado, da qual o Senhor nos liberta”.
O Pontífice afirmou que os cristãos são chamados a combater contra todas as formas de escravidão, e ressaltou:
“A escravidão, tal como o colonialismo, não é uma recordação do passado”, disse.
O Papa também sublinhou a atualidade deste tema, e disse que a África, tão amada por Comboni, ainda hoje é dilacerada por muitos conflitos políticos e econômicos, que não deixam de ser tipos de escravidão.
Um testemunho vindo do Brasil
“Antes de vir para cá, tive uma reunião com legisladores brasileiros que trabalham para os pobres, que tentam promover os pobres com assistência e justiça social. E eles não se esquecem dos pobres: eles trabalham para os pobres”, contou Francisco.
Ao concluir a catequese da Audiência, o Papa ainda falou da importância do testemunho que escutou do trabalho que este grupo faz pelos mais necessitados, e fez um convite:
“Não se esqueçam dos pobres, porque serão eles que abrirão a porta do céu", pediu.

Os brasileiros que encontraram com o Papa Francisco vieram ao Vaticano para entregarem ao Papa o prêmio Zilda Arns. A Audiência Privada durou cerca de trinta minutos e aconteceu na ante sala da Sala Paulo VI.
O grupo é composto por sete Deputados Federais que fazem parte da Comissão em Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa: Aliel Machado Bark, José Dias de Castro Neto, Reimont Luiz Otoni Santa Barbara, Flávia Carreiro Albuquerque Morais, Simone Aparecida Curraladas dos Santos, Leandre dal Ponte e José Haroldo Figueiredo Campo.
O prêmio Zilda Arns é uma forma de reconhecimento às pessoas e instituições que contribuíram ou têm contribuído ativamente na defesa dos direitos das pessoas idosas. O prêmio consiste em um diploma de menção honrosa, concedido anualmente a até cinco homenageados. Leia mais aqui.
Fonte: Vatican News
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