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Santuário de N.S.P.S. de Campos: 30 anos de sua titulação

Da chegada dos missionários redentoristas em 1923 ao reconhecimento oficial em 1996, a história do santuário revela fé e tradição em Campos dos Goytacazes (RJ)

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Escrito por Redentoristas

30 ABR 2026 - 14H56 (Atualizada em 06 MAI 2026 - 08H28)

Divulgação

A história dos redentoristas em Campos dos Goytacazes, norte do Rio de Janeiro, se confunde com a história da ereção canônica da própria diocese campista.

Passado apenas um ano desde que a diocese de Campos havia sido instalada, os redentoristas aportam na planície goitacá.

Era o ano de 1923 quando alguns missionários holandeses passaram a residir na Igreja de São Francisco e desde este lugar, passaram a atender pastoralmente toda a região.

Com eles, veio a tiracolo, o ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que logo ocupou o coração piedoso e católico do povo campista.

Maria, com seu semblante sereno e olhar penetrante, tendo no colo Jesus Menino, passou a ser venerada com muito amor e devoção, em novenas semanais e belíssimas festas.

O final da década de 1940 trouxe aos redentoristas um grande desafio: era preciso construir um convento e uma igreja onde os missionários pudessem morar e atender o povo.

.:: 3 pedidos de São João Paulo a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ::.

Amparados pelo povo de Deus, com muitas doações e festas beneficentes, os redentoristas encabeçaram um projeto ousado de construção de um grande edifício e um linda igreja: na rua do Leão nascia uma igreja onde o amor de Jesus e de Maria iriam irradiar bênçãos para toda a cidade.

E desde cedo, de modo carinhoso e informal, a igreja do convento converteu-se no santuário da Mãe do Perpétuo Socorro.

Mas foi somente algumas décadas depois que a igreja do convento passou a ser oficialmente um santuário mariano diocesano.

As primeiras tratativas começaram ainda com Dom João Corso, que entregou o pastoreio da diocese em 1995.

No ano seguinte, já sob o pastoreio de Dom Roberto Gomes Magalhães, recém escolhido novo bispo, os redentoristas receberam a notícia que tanto esperavam: a igreja do convento, o santuário que o povo sempre amou, seria então conhecido oficialmente como um lugar de especial devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

Assim, no dia 07 de maio de 1996, sob a reitoria do padre José Raimundo Vidigal, dom Roberto celebrava missa solene na igreja e entregava o título de santuário para a igreja conventual dos redentoristas.

No documento oficial, o bispo destaca a importância de um santuário para a acolhida do povo, para a celebração da Eucaristia e para o derramamento da misericórdia do Coração de Jesus.

Hoje, passado 30 anos, o santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Campos continua irradiando por toda a região o carinho materno da mãe de Jesus e sendo farol a iluminar o coração devoto do povo campista.

.:: Ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro entregue aos redentoristas ::.

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