“Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo,
tome sua cruz cada dia, e siga-me.”
(Lucas 9, 23)
Renunciar a si mesmo é ter a disposição de carregar a cruz, as contrariedades e dificuldades próprias da vida de cada um. Desde o chamado de Deus até o sim que pronunciamos em nossa resposta vocacional, percebemos a presença da cruz. Este sim, contrariando talvez nossas próprias expectativas, não nos isenta do sofrimento.
Talvez a nossa resposta generosa ao chamado de Deus — que renovamos a cada dia de nossa vida — fosse garantia de que a cruz estaria sempre longe de nossa vocação. Mas nada disso acontece. A fragilidade nos acompanha ao longo do caminho vocacional que trilhamos durante a vida. Não somos poupados da cruz que se manifesta nas situações difíceis da aventura humana.
A vocação como experiência de cruz
Nossa vocação passa de diferentes formas pelo monte calvário, onde fora crucificado o Mestre que seguimos, porque ninguém está isento da cruz. Mas isso não é motivo de desânimo nem justificativa para rever a opção ou mudar a direção do caminho.
Leia Mais3 versículos bíblicos que inspiram os Missionários RedentoristasNa realidade, os sofrimentos e as contradições que enfrentamos na vivência de nossa vocação nos aproximam de Jesus crucificado e nos permitem aprofundar o sentido de nossa opção e suas consequências para a sociedade, para a Igreja e para o reino.

Devemos ter medo de uma vocação sem cruz, pois isso pode ser sinal de comodismo, de indiferença aos problemas do mundo e claro sinal da ausência de missionariedade e profetismo que caracteriza a vocação dos seguidores de Jesus Cristo. Uma vocação sem cruz certamente está longe da radicalidade evangélica de amor incondicional aos irmãos, principalmente aos menos favorecidos.
Se a cruz de uma ou de outra maneira marca o caminho de cada vocacionado, ela também nos prova e nos permite dar testemunho de adesão amorosa e fiel ao evangelho de Jesus Cristo.
Leia Mais5 características da Espiritualidade RedentoristaPodemos até sentir o peso da cruz e cansar ao longo da caminhada, mas não temos motivos para nos desanimar se nossa fé aponta para Jesus Cristo, que não nos abandona em meio às tribulações da história e nem nos deixa sozinhos na missão. Ele nos chama, nos envia e caminha conosco!
Na cruz de Cristo reconhecemos a nossa fraqueza. E nele nos tornamos mais fortes.
A presença dos Missionários Redentoristas no Líbano
Redentoristas atuam no Líbano com fé e serviço, apoiando pobres e migrantes em meio à guerra, crise econômica e desafios sociais. Clique e saiba mais!
Igreja acolhe novos diáconos redentoristas em Belo Horizonte
Diáconos foram ordenados por Dom Ricardo Hoepers, Secretário Geral da CNBB, no Santuário São José, localizado no coração de Belo Horizonte (MG). Confira!
Santo Afonso: 17º Doutor da Igreja e defensor da fé cristã
Fundador da Congregação Redentorista foi declarado Doutor da Igreja em 1871 por Pio IX, reconhecendo suas obras e defesa da fé, apenas 84 anos após sua morte
Boleto
Carregando ...
Reportar erro!
Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou de uma informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página:
Carregando ...
Os comentários e avaliações são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site.