A noite desta sexta-feira, 6 de junho, foi marcada pela celebração do 9º e último dia da Novena de Pentecostes, realizada às 19h na Basílica Histórica de Aparecida.
Presidida pelo padre Guilherme Dias Viana, C.Ss.R. e conduzida pelo diácono Pablo Vinicius, C.Ss.R., a celebração teve como tema “Caminhar como Igreja sob a luz de Pentecostes” e convidou os fiéis a refletirem sobre essa atitude tão essencial na vida cristã.
Logo no início da reflexão, padre Guilherme ajudou a comunidade a compreender que o temor de Deus não é medo, mas amor reverente. É a atitude de quem reconhece que Deus é grande, santo, presente — e que, por isso mesmo, deseja viver perto d’Ele com respeito, confiança e obediência.
Ao falar sobre o Pentecostes, o padre explicou que essa solenidade não é apenas uma recordação do que aconteceu há dois mil anos, no Cenáculo com Maria e os apóstolos.
“Celebrar Pentecostes é reviver aquele momento como se a gente estivesse lá. Não é um fato do passado: é algo que acontece hoje, aqui, na nossa história, porque o Espírito Santo continua sendo derramado sobre nós.”
Segundo ele, cada celebração litúrgica é um lugar de encontro com o mistério de Cristo e uma ocasião concreta para acolher o Espírito de Deus em nossa vida.
“Não existe um só instante, depois de Pentecostes, em que o Espírito Santo não esteja presente na Igreja e na vida dos discípulos de Jesus. Ele veio para ficar conosco.”
Pe. Guilherme Dias Viana, C.Ss.R., missionário redentorista
A reflexão também trouxe um ensinamento importante sobre quem é o Espírito Santo:
“Ele não é uma energia ou um símbolo, como o fogo ou a pomba que usamos para representá-lo. O Espírito Santo é alguém: a terceira pessoa da Trindade. É Deus como o Pai e o Filho.”
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Padre Guilherme explicou que é o Espírito quem nos santifica, fortalece e conduz no caminho do bem.
“Ele consola, ilumina, dá coragem. Ele ajuda a Igreja a viver sua missão e nos impulsiona a testemunhar Jesus com firmeza e alegria.”
Inspirado pela atitude dos apóstolos, antes e depois do Pentecostes, o padre também incentivou a comunidade a se abrir à ação do Espírito:
“Nós precisamos ser amigos do Espírito Santo. Falar com Ele, pedir ajuda, confiar. Ele não nos abandona. Jesus prometeu: ‘Não vou deixar vocês sozinhos’. E cumpriu.”
Ao final da reflexão, deixou um desejo a todos:
“Que esse Pentecostes seja também o nosso. Que a gente viva a alegria de ser cheio dos dons do Espírito e tenha força para testemunhar Jesus em casa, no trabalho, na vida.”
A celebração foi concluída com a oração de Santo Agostinho, que resume o anseio de uma alma que deseja ser habitada por Deus:
“Sem o Espírito Santo, não conseguimos fazer nada que agrade a Deus. Mas com Ele, tudo se torna mais fácil, mais leve, mais doce.”
Santo Agostinho
Reveja a celebração:
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