Por Academia Marial Em Artigos Atualizada em 18 MAR 2019 - 12H04

São José de Anchieta, patrono da Academia Marial

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São José de Anchieta nasceu em São Cristóvão da Laguna, em Tenerife, nas Ilhas Canárias (Espanha), no dia 19 de março de 1534. Estudou em Coimbra, Portugal, onde ingressou na Companhia de Jesus, em 1551. Anchieta veio para o Brasil, chegando aqui no dia 13 de julho de 1553.

Permaneceu alguns meses em Salvador, na Bahia. Já a caminho da Capitania de São Vicente, em São Paulo, visitou pela primeira vez a aldeia de Reritiba, hoje cidade de Anchieta, no Espírito Santo.

Em 25 de janeiro de 1554, ainda noviço jesuíta, esteve presente na fundação da vila de Piratininga, berço da futura metrópole de São Paulo, no atual Pátio do Colégio.

Em 1563, como refém dos índios Tamoios, iniciou seu famoso Poema da Virgem, com 5.732 versos latinos, alguns dos quais teriam sido tracejados nas areias da praia de Iperoig, na Baixada Santista.

Anchieta participou da fundação do Rio de Janeiro, ao lado de Estácio de Sá, em 1565. No mesmo ano, foi ordenado sacerdote, em Salvador, na Bahia.

Sua atividade foi intensa e fecunda: professor de latim, catequista, dramaturgo, escritor, poeta, estudioso de fauna e de flora. Foi músico, enfermeiro, construtor de capelas, conselheiro espiritual, pacificador e defensor dos índios.

Superior em diversas comunidades dos jesuítas, foi o sucessor do Pe. Manuel da Nóbrega como Provincial da Companhia de Jesus no Brasil.

Passou seus últimos anos de vida em Reritiba, atual Anchieta, ES, onde faleceu em 9 de junho de 1597, com 63 anos de idade, 44 anos de apostolado eficaz, criativo e incansável.

O Apóstolo do Brasil foi beatificado pelo Papa João Paulo II, em Roma, no dia 22 de junho de 1980. Em 2014, o Papa Francisco I assinou o decreto de canonização de S. José Anchieta, no dia 3 de abril. E na tarde de 24 de abril, o Pontífice presidiu na Igreja de Santo Inácio, no centro de Roma, a Missa em ação de graças pela canonização do novo santo.

(atualizado em 12 de dezembro de 2014)

De amor ardoroso à Virgem Maria, é Patrono da Academia Marial e exemplo luminoso dos pesquisadores e sócios desse centro mariológico e dos devotos que visitam a Padroeira do Brasil.

 

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