Por Academia Marial Em Palavra do Associado Atualizada em 05 SET 2017 - 13H39

350 anos da Presença da Padroeira em São Paulo

Estamos às vésperas do grande Jubileu dos 300 anos de Aparecida! Apenas mais um mês! E neste Ano Nacional Mariano, motivado pelo tricentenário do encontro da imagem da Rainha e Padroeira do Brasil, outros jubileus marianos, providencialmente, também são celebrados. O nome de Maria ecoa, pois, pelo Brasil e o mundo afora: além dos 300 anos de Aparecida, em 2017, são celebrados o centenário de Fátima e, aqui no Brasil, os 250 anos de peregrinações ao Santuário de Nossa Senhora da Piedade, Padroeira de Minas Gerais, e, em especial para os paulistanos e todos que fazem da capital paulista o seu lar, o 350º aniversário da devoção a Nossa Senhora da Penha de França na cidade de São Paulo, da qual é Rainha e Padroeira.

Tendo assumido a maternidade universal aos pés da Cruz (cf. Jo 19,25-27), Maria é amada, honrada e invocada em todas as partes do mundo e, particularmente, da grande cidade de São Paulo: na Bela Vista, como Senhora Achiropita e do Carmo; em Itaquera e no Capão Redondo, como Senhora do Carmo; no Brás, como Senhora de Casaluce; na Água Rasa, como Senhora de Lourdes; no Sumaré, como Senhora do Rosário de Fátima; em Santana, como Senhora da Salette; na Lapa, como Senhora da Lapa; na Freguesia do Ó, como Senhora da Expectação do Ó; no Tatuapé, como Senhora do Bom Parto; na Vila Maria, como Senhora da Candelária; na Catedral da Sé e demais igrejas do Centro Histórico, como Senhora da Assunção, do Carmo, da Cabeça, do Rosário, dos Aflitos, da Boa Morte, da Consolação (e outros títulos que ali não mais existem por conta da lamentável demolição de algumas igrejas seculares); no Cambuci, como Senhora da Glória; na Vila Formosa, como Senhora do Sagrado Coração; na Aclimação, como Senhora dos Remédios; no Glicério e no Jardim N. S. do Carmo, como Senhora da Paz; na região da Avenida Paulista, como Senhora do Paraíso, da Assunção e da Conceição; no Jaraguá e na Vila Clementino, como Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt; na Vila das Mercês, como Senhora das Mercês; na Vila Mariana, como Senhora da Saúde; em Pinheiros, como Senhora do Monte Serrat; no Jardim Arpoador, como Senhora de Nazaré; em Pirituba, como Senhora do Retiro; na Vila Pompeia, como Senhora do Rosário de Pompeia; no Jardim América, como Senhora do Brasil; no Ipiranga, como Imaculada Conceição, Aparecida e das Dores; na Parada Inglesa, como Senhora dos Prazeres; em Moema, como Senhora Aparecida; no Bom Retiro, como Senhora Auxiliadora; na Mooca, como Senhora do Bom Conselho; em Santo Amaro, como Senhora de Fátima e Mãe de Deus – Theotokos; na Vila Esperança e Indianópolis, como Senhora da Esperança; em Higienópolis, como Imaculado Coração de Maria...

Com efeito, essas são algumas invocações mais renomadas, tradicionais ou referenciais na Capital, todavia existe uma infinidade de outros bairros, espalhados pela cidade, que contam com paróquias, igrejas, comunidades, capelas, Casas de formação ou vida religiosa, altares, grutas e/ou monumentos dedicados aos mais variados títulos de Nossa Senhora; inclusive há bairros ou distritos cujo(a) padroeiro(a) ou titular não é Nossa Senhora, mas, ainda assim, possuem mais de uma igreja dedicada a Ela. Alguns desses templos são históricos, com uma arquitetura antiga (datada, em certos casos, do período colonial); outros, por sua vez, são mais contemporâneos, com linhas arquitetônicas modernas ou despojadas. O mesmo se pode dizer das imagens de Maria e da arte sacra que a Ela se refere no interior das referidas igrejas. Isso evidencia a dinamicidade atemporal da devoção a Nossa Senhora presente na cidade de São Paulo desde os seus primórdios (com a fundação do Colégio e da Igreja do Senhor Bom Jesus no Planalto de Piratininga, em 1554, e a piedade mariana semeada por São José de Anchieta, Padre Manoel da Nóbrega e seus companheiros), atravessando os séculos, mudando os estilos, adaptando-se às novas realidades, resistindo à opressão secular e se mostrando profundamente enraizada hoje na vida das pessoas e das comunidades e no cotidiano católico paulistano em todos os cantos da Cidade. Nesse sentido, vêm à tona e ganham destaque novas invocações e títulos marianos, enquanto outros acabam caindo no esquecimento ou não possuem o prestígio de antigamente; entretanto, de qualquer forma, o nome de Maria continua a ser exaltado e lembrado por toda a Cidade e de maneira sempre renovada e fervorosa.

Maria está presente do centro às regiões periféricas, dos bairros de classe elevada às regiões mais pobres e carentes da cidade. Nas horas sofridas daqueles que enfrentam a morte e a doença, o preconceito e a miséria, o frio e a fome, o desemprego e a carência de moradia, de educação e de dignidade, vítimas de políticas injustas, que desconsideram os pobres e os oprimem, Maria é alento e o Nome bendito que dá a esperança e a segurança de tempos melhores. Nas preces silenciosas e doridas daqueles que passam noites nas filas dos hospitais ou padecem enfermidades, daqueles que se despedem de seus entes e amigos, daqueles que foram vítimas da violência urbana e doméstica, daqueles que perderam tudo nas enchentes ou desmoronamentos, daqueles que moram e perambulam pelas ruas e praças, perdidos nos vícios e nas “cracolândias da vida”, daquelas famílias desfeitas pela infidelidade, daqueles que choram em asilos, orfanatos e prisões, a pessoa de Nossa Senhora é sempre invocada como suave e doce consolo intercessor junto a Jesus, que prova ser a Vida mais forte que a morte e que se mostra a nosso lado, elevando-nos em nossa pequenez, como proclama Maria em seu canto profético: “...derruba do trono os poderosos e eleva os humildes” (cf. Lc 1,52). No dia-a-dia urbano, no transporte público nervoso, no trânsito caótico e na vida agitada do comércio, das empresas, das escolas, das universidades, dos parques e dos locais de passeio e lazer, há sempre aqueles que, discretamente, lembram-se de Maria numa prece rápida ao ouvirem os sinos das igrejas que badalam abafados pelo barulho dos veículos ou que encontram tempo para “puxar” um terço do bolso e recitar: “Ave, Maria, cheia de graça...”.

Na vida daqueles que fazem o bem e lutam pela justiça, pela preservação do meio ambiente e pela paz, contra toda forma de opressão e intolerância, buscando o resgate dos direitos daqueles que sofrem, num verdadeiro testemunho de caridade fraterna e respeito à obra da Criação, Nossa Senhora, Mulher cheia de garra, corajosa e aberta aos planos divinos, sempre solícita para prestar auxílio, tal como na visitação à sua prima Isabel (cf. Lc 1,39-45), é modelo e força na luta e na caminhada.

Também nos momentos de festa e alegria, a grande Cidade lembra-se de sua Mãe. São tantos os livramentos concedidos por Nossa Senhora, tantas as mães que dão à luz, tantos os doentes que são curados, tantas as vidas que são restauradas, enfim, dádivas infinitas que Maria nos concede, trazendo o Vinho Novo da alegria – Jesus Cristo – quando a Festa da Vida está ameaçada (cf. Jo 2,1-10). Assim, são muitas as celebrações litúrgicas e as manifestações populares e de caráter laudatório a Nossa Senhora, que tem seu lugar na Liturgia e, a partir dela, na devoção dos fiéis. As igrejas matrizes e comunidades organizam missas solenes, novenas, tríduos, rezas do terço, coroações, procissões, cortejos com crianças vestidas como anjinhos, queima de fogos, festas de rua e outras tradições pelo centro e as zonas norte, sul, leste e oeste. Quanta emoção ao ver os andores de Nossa Senhora, nas comemorações da Padroeira ou nas outras festas marianas, ganharem as ruas e serem saudados pelo povo nas residências, com “chuvas” de papéis picados ou pétalas de rosas, toques de sinos e espocar de rojões, ou apenas serem observados com respeitosa curiosidade pelos transeuntes! Quantas festas, afamadas ou desconhecidas, portentosas ou discretas, em louvor a Nossa Senhora pela cidade afora de janeiro a dezembro! Quanta riqueza e diversidade de tradições por entre nossas comunidades, que celebram, cada qual a seu modo e com suas características, a Mãe de Jesus e nossa. A cidade parece redescobrir o valor dessas manifestações vivas e públicas de fé, sempre tão bem quistas do povo cristão. Sobre essa prática devocional, o Documento de Aparecida, nº 261, assim afirma: “A piedade popular penetra delicadamente a existência pessoal de cada fiel e, ainda que se viva em uma multidão, não é só uma ‘espiritualidade de massas’.”

São Paulo é, pois, de fato, uma cidade mariana, porquanto celebra e recorda a Virgem Maria o ano todo e, praticamente, em todos os lugares e situações!

Apesar dessa presença mariana por toda a Metrópole, nenhum lugar de São Paulo é tão privilegiado quanto o bairro da Penha de França, honrada porque escolhida, há 350 anos para morada da Virgem Santíssima que se tornou a Padroeira da grande Cidade – rendendo, no passado, ao bairro, apesar de periférico e longínquo da Sé, os títulos de “Colina Santa”, “Bairro dos Milagres”, “Bairro-Santuário” ou “Cidadela religiosa dos paulistanos”. Essa é a evidência definitiva de que São Paulo é um município mariano, pertencente a Maria e consagrado ao patrocínio da Santíssima Mãe do Senhor, a quem os paulistanos chamam “Senhora da Penha”.

Sabe-se que a devoção a Nossa Senhora da Penha teve início no século XV na Europa. Segundo a tradição, um monge, de nome Simão Vela, teve uma visão, em sonho, de uma imagem de Nossa Senhora que lhe apareceu no cimo de uma serra. Durante o êxtase, uma voz misteriosa convidava Simão a encontrar tal imagem. Em 1434, no alto de uma serra denominada “Penha de França”, na Província de Salamanca, norte da Espanha, Simão encontrou a tão almejada imagem da Mãe de Deus. Foi, então, ali erigida uma ermida que deu origem a um grande Santuário, afamado pelos prodígios realizados pela Virgem da Penha.

No Brasil, a invocação “Nossa Senhora da Penha” surge, primeiramente, no Espírito Santo e no Rio de Janeiro (sempre associada a penhascos, porém com raiz histórica diferente daquela de Salamanca). Na cidade de São Paulo, a devoção à Senhora da Penha tem início em 1667. De acordo com a piedade popular, um viajante francês, passando pelas altas terras onde está o atual bairro da Penha de França, então uma região de paragem de tropeiros e peregrinos, pernoitou por lá. Devoto da Virgem, trazia consigo uma imagem de Nossa Senhora da Penha, seu tesouro. Naquela noite, teria o piedoso peregrino sonhado ou pressentido que a Virgem se tornaria Padroeira da Cidade centenas de anos mais tarde? Nunca saberemos... Na manhã seguinte, prosseguiu viagem rumo ao Rio de Janeiro. Tomou consciência, já distante, que a imagem não estava consigo. Voltando, encontrou-a no local onde passara a noite. O episódio se repetira mais vezes. Atento aos sinais do Alto e à vontade de Maria Santíssima, o viajante ergueu ali, no cimo daquele penhasco, uma capela em honra da Virgem para abrigar a miraculosa imagem, que passou a operar numerosos milagres, dando origem, mais tarde, ao Santuário e ao bairro. A versão histórica, contudo, reza que, na época das sesmarias, o Padre Jacinto Nunes Siqueira erigiu, em 1668, em terreno que adquiriu no alto da referida colina, uma capela em honra de uma imagem da Virgem da Penha, a qual originou, posteriormente, o conhecido Santuário (atual Santuário Eucarístico) e o bairro homônimo, conhecido pelo clima agradável e ameno, propício para o tratamento, num passado distante, de doenças respiratórias, com suas ruas estreitas e antigas, repletas de lojas de artigos religiosos ou de vestidos de noivas em vista da grande quantidade de pagamento de promessas e casamentos realizados no Santuário. Pela Penha realizou uma passagem o Príncipe Regente D. Pedro dias antes da proclamação da Independência do Brasil em 1822. Em 1886, Dom Pedro II, estando em São Paulo, visitou a Igreja da Penha.

Fato é que a imagem de Nossa Senhora da Penha tornou-se enormemente conhecida em toda a capital e fora dela por seus poderes miraculosos (que nunca permitiram que fosse dali retirada, tal como se verificou no pouco difundido “Milagre da Porta”, de 1685) e pelas inumeráveis graças alcançadas por seu intermédio. Isso fez com que, em momentos críticos da Cidade, nos séculos XVIII e XIX, a população e a Câmara Municipal recorressem à Virgem da Penha para sanar as secas e epidemias que assolavam a São Paulo de então. Os vereadores, assim, pediam autorização ao Bispo de São Paulo para que a imagem milagrosa de Nossa Senhora fosse transladada da Penha até a Catedral da Sé ou à Câmara, de onde a Mãe de Deus agia em favor da cidade, aplacando as secas ou doenças - o que lhe rendeu o título de Padroeira da Cidade de São Paulo por aclamação popular (oficializado, em 1985, pelo Papa São João Paulo II através da Bula com a qual elevou a nova e majestosa Igreja Matriz da Penha à dignidade de Basílica Menor). Esses favores da Virgem em benefício da cidade eram "retribuídos" pela população paulistana que, no mês de setembro, ia aos milhares até o distante e antiquíssimo Santuário da Penha para participar de sua Festa, venerar sua imagem miraculosa e agradecer as graças alcançadas. É certo que a conhecida e hoje “nervosa” Avenida Celso Garcia, que liga a periférica Penha ao centro de São Paulo, foi aberta também graças ao movimento intenso de romarias que se deslocavam à Penha e para favorecer as peregrinações da imagem à Cidade quando da ocorrência de males que se abatiam sobre a capital. Recentemente, em março de 2015, época de nova crise hídrica em São Paulo, foi realizada uma procissão no centro da Cidade com a imagem de Nossa Senhora da Penha, clamando aos céus por chuvas. Durante o cortejo até a Catedral da Sé, verificou-se uma chuva que regou o centro histórico.

As Festas da Penha em São Paulo chegaram a reunir centenas de milhares de fiéis de toda a capital, dos mais humildes aos nobres e às autoridades, e movimentavam os mais variados setores, inclusive para além do religioso, que refletiam e interferiam em todo o cotidiano da cidade: diversões profanas (jogatina, apresentações e bebedeiras), hospedagem, alimentação, comércio de artigos religiosos e outros, mudanças na rede de transporte, politicagem, crimes. Mas é óbvio que o ápice da Festa sempre foi a majestosa procissão (uma das maiores da época) e o pagamento de promessas. A “Sala dos Milagres”, instalada em diversos locais ao longo dos tempos, com todos os incontáveis ex-votos registrados pelos séculos, era testemunha do poderio divino manifestado em Nossa Senhora. O dia 08 de setembro, então, era tido, antigamente, como “feriado e dia santo” no “Bairro dos Milagres”. Prolongamento dessas Festas, a Novena Perpétua de Nossa Senhora da Penha, às quartas-feiras movimentava intensamente o Santuário e a imprensa.

A antiga Igreja da Penha tornou-se Matriz paroquial quando da elevação da Penha à categoria de Freguesia em 1796. Muitos anos mais tarde apenas, em 1909, a Matriz de Nossa Senhora da Penha foi oficialmente elevada à dignidade de Santuário, o primeiro da Cidade.

Com a presença dos missionários redentoristas à frente da Paróquia da Penha por décadas, as comemorações da Padroeira, o Santuário, a comunidade e o bairro ganharam consistência e imensa projeção. Foi um período que deixou um legado marcado pelo florescimento espiritual com a instituição de associações religiosas, a construção de conventos, seminário, colégio, hospital e capelas que posteriormente se tornaram Paróquias e a edificação da nova Igreja Matriz (a atual e imensa Basílica, apenas recentemente concluída e cuja pedra fundamental foi lançada em 1957), a qual, junto com o antigo Santuário secular (devidamente reformado) e a bicentenária Igreja da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos da Penha de França (erigida nos tempos da escravidão, símbolo de resistência e coragem dos que eram marginalizados), constituía um grande centro religioso dentro da capital paulista.

Enfim, há muito o que se falar sobre os 350 anos da Penha de França, da Paróquia/Santuário e do seu passado glorioso até a transformação de bairro rural no atual complexo residencial, comercial e religioso, com todos os seus encantos, potenciais e problemas sociais dentro do contexto paulopolitano. Essa riqueza de fatos prodigiosos, personalidades, peculiaridades, números, datas, acontecimentos e edificações se consolidou como uma espécie de “repertório” da história devocional de Nossa Senhora da Penha na história de São Paulo.

Aproxima-se, pois, mais um 08 de setembro, dia litúrgico da Natividade de Maria, e, por conseguinte, mais uma tradicionalíssima Festa da Rainha e Padroeira da Cidade de São Paulo, celebrando os ilustres 350 anos da presença de Maria naquela Colina Santa. Mais uma vez, o povo de São Paulo e de outras regiões acorrerá, ainda que em menor número em relação ao passado, à altaneira Basílica da Penha, que, vista lá no alto, de diversos pontos da Cidade, parece convidar todos os que assistem em São Paulo a integrar a imensa fila de devotos que se descortina todos os dias 08 de cada mês ante a belíssima e barroca imagem milagrosa trazida, providencialmente, há quase quatro séculos, por um primeiro devoto – o viajante francês ou o padre Jacinto, não importa. Quando a enegrecida imagem da Senhora da Conceição fez-se “aparecida” nas águas do Paraíba, em 1717, a imagem da Senhora da Penha, naquele bairro de São Paulo, ali já estava havia 50 anos! Alegria e satisfação, portanto, de dois Jubileus da Mãe Santíssima neste Ano Mariano: Aparecida e Penha. 300 e 350 anos, respectivamente. A Virgem da Penha, que a partir de sua imagem milagrosa fez surgir aquela sua “freguesia” e “curou” a São Paulo de ontem, permanece até hoje presente na vida dos que sofremos e por Ela temos apreço, orientando-nos, do centro às periferias e aos subúrbios da Cidade e da existência humana (nos dizeres do amado Papa Francisco), na construção da cultura da justiça e da paz.

Salve, bendito e generoso 1667,
que do Alto Céu concedeste com que bondade,
mais que excelsa Padroeira,
Mãe amorosa à grande Cidade!

Leonardo C. de Almeida
Associado da Academia Marial de Aparecida

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