Assim como São Tomás de Aquino, São João Bosco, São John Neumann e muitos outros santos, Santa Rosa Venerini, lembrada pela Igreja em 7 de maio, deixou um legado na área da educação. Instruir para o bem é próprio da caridade cristã e Jesus, nosso maior mestre, chamou Santa Rosa e continua chamando muitos para a missão de educar e formar na vida espiritual.
Uma mulher italiana do século XVII, talvez pouco conhecida no meio católico, merece a nossa atenção neste dia que a Igreja faz sua memória. Nascida em Viterbo, Itália, em 1656, se destacou por colocar a serviço sua inteligência e sensibilidade atendendo ao chamado de uma vida um pouco diferente do comum às mulheres de sua época que seguiam apenas o matrimônio ou a vida religiosa de clausura.
No ano de 1676, Rosa entrou como externa para o Mosteiro Dominicano de Santa Catarina, ou seja, sem viver uma clausura rigorosa. Porém, a morte súbita de seu pai e posteriormente a de seu irmão Domênico e de sua mãe, fez com que ela retornasse para casa.
A futura santa passou a morar sozinha com seu outro irmão, Horácio. Com isso passou a convidar jovens e as senhoras de sua vizinhança para rezarem o rosário. A partir dessa experiência, ela se deu conta da pobreza cultural e espiritual destas pessoas, o que a levou a uma missão mais elevada: fundar uma ordem e escolas para formar o intelecto e a espiritualidade.
Rosa Venerini foi pioneira na educação feminina na Itália e fundou em 1685 a Congregação das Mestras Pias Venerini, uma ordem religiosa que tinha como missão a instrução religiosa e a educação de jovens mulheres e meninas. Mas, até chegar ao discernimento de que haveria de cumprir esse chamado inovador, empregou muito tempo da sua vida alimentando sua piedade na espiritualidade de São Domingos e de Santo Inácio de Loyola.
A primeira Escola das Mestras Pias Venerini foi fundada em 30 de agosto de 1685 em Viterbo, na Itália, junto de duas outras Mestras. Segundo fontes vaticanas, tudo começou de forma simples, mas com o tempo teve um “alcance revolucionário pela elevação espiritual e a sadia emancipação da mulher”.
“Em 1714 escreveu e publicou um livro intitulado Relazione degli Esercizi que si pratticano in Viterbo nelle Scuole destinate per istruire le Fanciulle nella Dottrina Cristiana, com a finalidade de obter das Autoridades Eclesiásticas a aprovação do seu método educativo.” (vatican.va)
Posteriormente, Rosa fundou outras escolas em aldeias e cidades de várias dioceses italianas após receber solicitações do Clero.
Fonte: vatican.va
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