No mês de fevereiro, a liturgia da Igreja deu início ao Tempo da Quaresma com a Quarta-feira de Cinzas, além de celebrar a Festa da Apresentação do Senhor, o dia de Nossa Senhora de Lourdes e a Cátedra de São Pedro.
Em março, três momentos marcam a liturgia: a Solenidade de São José no dia 19, da Anunciação do Senhor no dia 25 e o início da Semana Maior da fé com a celebração do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor.
Ainda na vivência da quaresma, lembremos das palavras do Papa Leão XIV de que este tempo litúrgico é uma oportunidade para que a nossa “fé ganhe um novo impulso e que o coração não se perca entre as inquietações e distrações do cotidiano”.
Cor litúrgica: branco
Segundo a tradição, a menção mais antiga sobre a devoção a São José, no Ocidente, foi em meados do ano 800, na França. Com o tempo, foi se popularizando a referência à São José como o “esposo de Maria” até ser construída uma igreja em sua honra, em Nazaré, no século XII.
Posteriormente, com a influência de São Bernardino de Sena e do chanceler da basílica de Notre Dame de Paris, João Gerson, que mantinha o desejo de dedicar oficialmente uma festa ao santo, a devoção se difundiu ainda mais.
Entretanto, foi a partir de 1480, no papado de Sisto IV, que deu início a festa de São José em 19 de março, que tornou-se obrigatória para toda a Igreja em 1621, com o Papa Gregório XV. Em 1870, o papa Pio IX declarou-o como padroeiro da Igreja Católica.
Mais recentemente, foram aprovadas pelo Papa Francisco, sete novas invocações na Ladainha do santo: Servo de Cristo, Guardião do Redentor, Servo de Cristo, Ministro da Salvação, Amparo nas dificuldades, Patrono dos aflitos, Patrono dos pobres, Patrono dos exilados.
Cor litúrgica: branco
Esta é a Festa da Encarnação, que faz memória à vinda de Jesus no ventre de Maria. A solenidade da Anunciação do Senhor é uma festa natalina, embora não seja celebrada na época do Natal, pois ocorreu nove meses antes do Nascimento de Jesus. Começou a ser celebrada em 25 de março, no oriente, por volta do século VI e, em Roma, a partir do século VII.
«Não temas, Maria, porque encontraste graça diante de Deus» (Lc 1, 30)
Este momento é também contemplado no primeiro mistério do terço gozoso, rezados nas segundas-feiras e aos sábados. Relembramos aqui o “Fiat” de Maria que respondeu “Eis-me aqui” e assim, sua confiança na ação do Espírito Santo.
Cor litúrgica: vermelho
Neste domingo celebramos a entrada de Jesus em Jerusalém com também a memória da sua Paixão. É o início da Semana Santa, a mais importante do Ano litúrgico. Já no ano 400 era realizada em Jerusalém a procissão dos ramos, fazendo referência à acolhida festiva do Senhor pela multidão.
A liturgia da Missa deste domingo é dedicada ao tema da Paixão por meio dos textos dos Evangelhos, segundo o Ano litúrgico A de São Mateus, que narram a Paixão. Já a primeira leitura é extraída do livro do profeta Isaías, enquanto o salmo 22 é a oração “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”.
Esta celebração que introduz a Semana Santa, pede-nos compreensão, através do silêncio e oração.
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Fonte: Vatican News
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