Na liturgia deste 8º Domingo do Tempo Comum, na primeira leitura retirada do Livro do Eclesiástico, podemos destacar dois pontos: “O fruto demonstra como é cultivada a árvore” e “assim a palavra revela o sentimento do homem.” (Eclo 27, 6-7).
Muitas vezes, nos preocupamos em julgar os outros sem perceber as nossas próprias falhas, como Jesus nos alerta na parábola do cisco e da trave. É um convite à humildade e à conversão pessoal.
São Paulo, na segunda leitura, recorda a cada um de nós que nossa verdadeira vitória está em Cristo, que venceu a morte e nos dá forças para sermos perseverantes no caminho do bem.
“Mostrai-vos firmes e inabaláveis, progredindo sempre na obra do Senhor, sabendo que vossa fadiga não é vã no Senhor.” (1Cor 15,58).

Nossa caminhada de fé deve ser marcada pelo esforço contínuo de nos tornarmos cada vez mais semelhantes a Cristo, se desejamos segui-Lo.
No Evangelho deste domingo, Jesus ensina sobre a coerência entre o que está em nosso coração e aquilo que expressamos por meio de nossas palavras e ações.
“Pois a boca fala daquilo de que o coração está cheio” (Lc 6,45)
Ou seja, nossas atitudes são reflexo do nosso interior. Assim, somos chamados a cultivar um coração cheio de Deus, para que nossos frutos sejam igualmente bons.
O Papa Francisco alerta sobre a importância de uma vida coerente, de sermos pessoas que se preocupam em viver retamente, capazes de reconhecer nossas falhas e não caluniar ou julgar os demais.
“Falar mal dos outros. Fofocar é uma coisa feia, uma coisa muito feia. E as pessoas que fofocam são pessoas que perdem sua dignidade, porque estão no negócio de sujar os outros. Caluniar é sujar os outros […] ‘eu não sei como não fazer fofoca porque me vem’ […] Mas eu tenho um remédio muito bom, sabem? Mordam a língua, sabem? E então vocês não vão fofocar”, disse o Santo Padre.
A partir disso podemos concluir também que não basta conhecer o Evangelho ou falar palavras bonitas; é preciso viver segundo os ensinamentos de Jesus e permitir que Seu amor transforme nosso coração.
Que possamos, portanto, pedir ao Senhor que purifique nosso interior, para que nossas palavras e ações sejam reflexo da Sua graça.
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