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Santuário Nacional recebe Encontro de Diáconos Permanentes

Escrito por Letícia Dias

10 AGO 2022 - 11H42 (Atualizada em 10 AGO 2022 - 13H19)

Leticia Dias

Na manhã desta quarta-feira (10), dia em que a igreja celebra a Festa de São Lourenço mártir, padroeiro dos diáconos, o Santuário Nacional recebeu o Encontro Nacional de Diáconos Permanentes.

A Santa Missa das 9h foi presidida pelo reitor do Santuário, padre Eduardo Catalfo, C.Ss.R., no Altar Central. Leia MaisSão Lourenço Mártir e Nossa SenhoraO martírio de São Lourenço em nome de Cristo

O reitor iniciou a homilia com uma saudação a todos os diáconos presentes na celebração eucarística. Segundo ele, na essência de todo ministério da Igreja, e também no diaconato, está o desejo profundo de amar e servir.

O Serviço sempre foi a palavra-chave, não apenas do diaconato permanente, cujas as raízes estão nas tradições mais antigas da Igreja. Amar e servir sempre fez parte do ser Igreja. Quem é cristão assume alegre e decididamente a vocação bonita do serviço”, afirmou.

Leticia Dias
Leticia Dias


São Lourenço Mártir

De acordo com Padre Catalfo, São Lourenço viveu no terceiro século da era cristã e sempre fez parte da Igreja de Roma como diácono. Já muito jovem foi escolhido para servir a liturgia, anunciar a Palavra e distribuir aos pobres dignidade de vida, pão e cidadania.

Para o padre, essas são características de todas as ações sociais da igreja, inspiradas nas ações mais antigas e obras sociais da Igreja Católica, que “encontram no diaconato permanente a sua visibilidade, o cuidado para com os pobres, o anúncio do evangelho e a vivência da fé. 
O diaconato está no núcleo de todo o ministério ordenado da igreja. O mais importante é a decisão alegre de amar e servir, sobretudo testemunhando a caridade, pois a força do cristianismo está nos nossos gestos", disse.

O grão de trigo

Acerca do Evangelho proposto pela liturgia de hoje (Jo 12,24-26), o reitor nos lembra que nós sempre estamos na mão de Deus:

Jesus fala sempre do sofrimento com muita esperança e confiança em Deus. Compara ao grão de trigo depositado na terra. Se o grão de trigo que cai na terra não morrer vai continuar ali e ser sempre uma semente esquecida, mas se aceita as transformações propostas por Deus germinará e produzirá muitos frutos. Assim é nossa vida quando respondemos nossa vocação diaconal de amar e servir, dessa forma, nós construímos a Igreja através do diálogo, da participação e da missão".

Um coração humilde que palpita de serviço

O Papa Francisco afirmou em Discurso aos Diáconos Permanentes da Diocese de Roma, no ano passado, que os diáconos recordam à Igreja que aquilo que Santa Teresinha descobriu é verdade: a Igreja tem um coração queimado pelo amor.

Sim, um coração humilde que palpita de serviço. Os diáconos lembram-nos isto quando... trazem aos outros a proximidade de Deus sem se imporem, servindo com humildade e alegria. A generosidade de um diácono que se dedica sem procurar as primeiras filas perfuma de Evangelho, conta a grandeza da humildade de Deus que dá o primeiro passo — sempre, Deus dá sempre o primeiro passo — para ir ao encontro inclusive daqueles que lhe viraram as costas”, falou.

Assista a Santa Missa na íntegra:


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