Santo Padre

A forte mensagem do Papa para o mundo pós-pandêmico

Escrito por Redação A12

09 ABR 2021 - 10H22

giulio napolitano/Shutterstock Papa Francisco segurando o chapéu, solidéu, papa sorrindo (giulio napolitano/Shutterstock)

O Santo Padre Papa Francisco enviou ao Cardeal Peter Turkson, Prefeito do Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral, uma mensagem dirigida aos participantes nas reuniões de primavera do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional. "O mundo pós-pandêmico, deve ser solidário e inclusivo e o acesso aos bens garantido a todos os países e povos", recomenda Francisco.

O Pontífice também diz esperar um futuro onde as finanças estejam ao serviço do bem comum, onde os vulneráveis e marginalizados sejam colocados no centro e onde a terra, nossa casa comum, seja bem cuidada.

O Papa escreve que para atingir este objetivo é preciso pensar em formas novas, criativas e inclusivas de participação social, política e econômica. Começando pela realização, neste tempo de pandemia, de "uma vacina solidária com financiamento justo, para que a lei do mercado não prevaleça." Sobre a lei do amor e da saúde de todos". Ele também sugere um modelo de retomada capaz de colocar em prática soluções mais sustentáveis para o bem de todos.  A noção de retomada não pode se contentar com a volta a um modelo desigual e insustentável de vida econômica e social, onde uma pequena minoria da população mundial possui metade de sua riqueza”.

Leia MaisPapa Francisco e sua mensagem de Páscoa para o mundo atualO Santo Padre ainda recorda pontos importantes:

  - Muitos homens e mulheres vivem à margem da sociedade e são de fato "excluídos do mundo financeiro";

 - É necessário e urgente superar uma visão individual de recuperação de cada país, a fim de dar vida a "um plano que preveja novas instituições ou a regeneração das existentes, em particular as de governança global;

- Construir uma nova rede de relações internacionais para o desenvolvimento de todos os povos. Mesmo as nações mais pobres devem, portanto, ter a participação garantida nos processos de tomada de decisão e acesso ao mercado, reduzindo significativamente a dívida internacional que a pandemia tornou ainda mais pesada;

- Não esquecer "outro tipo de dívida: a 'dívida ecológica' que existe especialmente entre o norte e o sul do mundo;

- O objetivo de toda vida econômica é "o bem comum universal". Se este princípio for compartilhado, a consequência para a comunidade internacional é uma solidariedade que vai muito além de "atos esporádicos de generosidade";

 - Trabalhar em conjunto para fornecer vacinas para todos, especialmente para os mais vulneráveis e necessitados". 

Fonte: * Com Informações da Vatican News

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