“Com Maria, conhecer Jesus e cuidar da Vida”, é o tema da Festa da Padroeira de 2025, que vai de encontro com tudo o que Santo Afonso Maria propunha como Missão Redentorista libertadora para o povo do seu tempo.
Santo Afonso não era um pregador que ensinava apenas verdades de fé. Ele fazia de tudo para levar o povo simples a fazer uma experiência da vida com Jesus e Maria, para que aprendesse a valorizar a própria vida e a sua fé católica. Sua pregação atingia o coração, despertava os sentimentos mais gratificantes, que faziam jorrar expressões de afeto.
Com suas pregações entusiasmadas, com seus cânticos populares, com suas celebrações fervorosas, conduzia o povo a uma experiência espiritual de proximidade confiante com o mistério de Deus, tal como se manifestava no rosto de Jesus e de Maria.
Conhecer Jesus significava abrir-se ao seu amor redentor, levando a pessoa a se entregar totalmente a Ele. Assim, o arrependimento dos pecados nunca brotava do medo dos castigos ou do inferno, mas do desejo de uma união e de uma amizade profunda com Deus.
.:: Missionários da Esperança: Comunidade Nossa Senhora Aparecida
Podemos imaginar como aquelas pessoas simples do campo redescobriam sua dignidade como ser humano e como filho e filha de Deus. A vida tão escondida e desvalorizada socialmente readquiria um novo valor, despertando o cuidado com a vida de cada um e de todos, porque estava cheia da graça de Deus.
Eis a experiência maravilhosa que Santo Afonso e seus companheiros foram esparramando por aquelas montanhas de Scala, dando vez e voz àqueles cabreiros de cabras e às suas famílias.
Maria surgia como modelo perfeito de quem já vivia no amor do Filho. Ela era a ‘bela Esperança’, porque Nela se podia contemplar a maravilha que a abundante Redenção do seu Filho já havia realizado em sua santa Mãe.
A devoção a Nossa Senhora é o caminho mais seguro para chegar ao Filho
Ao mesmo tempo, Maria era a Mãe de todos, sempre atenta para interceder junto a seu Filho, para que não faltasse o ‘vinho’ da alegria de viver para todos os seus filhos e filhas, desde os mais pobres até os mais pecadores.
A figura de Maria provocava paz e alegria, enchia de gozo e de confiança o coração do devoto. Mas, a devoção a Nossa Senhora jamais era fechada em si mesma. Ela era apresentada como o caminho mais seguro para chegar ao Filho, a tal ponto que Santo Afonso cantava: “Não esqueças, Senhora, a prece constante: ó faze que eu ame quem tanto me amou!”
Enfim, se existe uma característica na espiritualidade e no querigma redentorista, herdado de Santo Afonso, é a afetividade que penetra a fé e a vida do cristão na sua relação com Deus, e que se expressa na sua vida de oração, quando se dirige principalmente a Jesus e a Maria.
Santo Afonso, mesmo sendo um grande jurista e moralista, atingiu a experiência mística de sentir que Deus é essencialmente amor unitivo, que Jesus é a encarnação desse amor e que Maria é a Mãe do belo amor. Somente pelo caminho do amor podemos atingir a abundante Redenção e perfazer o caminho da santificação.
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