Os Párocos, Reitores e Vigários da Província Nossa Senhora Aparecida estiveram reunidos entre os dias 17 e 19 de agosto, na Casa de Retiros São José, em Belo Horizonte (MG), sendo uma promoção do Secretariado de Vida Pastoral.
O tema discutido foi: os caminhos de recepção das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE) da Igreja no Brasil (2026-2032) e contou a assessoria da Profa. Dra. Alzirinha Rocha de Souza.
Este estudo teve como principal obtivo fazer com que as Paróquias, Santuários e Igrejas dinamizadas pelos Missionários Redentoristas estudem e assumam as opções apontadas pelas Diretrizes, nas Igrejas Particulares em que atuamos.
Iniciamos com a visão histórica de que desde o Concílio Vaticano II, a Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil, por meio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), elaborou uma sequência de planos pastorais que procuraram traduzir as orientações conciliares para a realidade brasileira.
Embora a nomenclatura tenha mudado ao longo do tempo (Plano, Diretrizes Gerais da Ação Pastoral ou Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora), existe uma continuidade muito clara, que conduz os planos das Igrejas Particulares.
Na 62ª Assembleia Geral da CNBB, realizada entre os dias 15 e 24 de abril de 2026, em Aparecida (SP), os bispos aprovaram as novas diretrizes gerais da ação evangelizadora, ampliando, inclusive, seu período de validade, para seis anos. Elas devem orientar a ação evangelizadora de dioceses, paróquias e comunidades em todo o país nos próximos seis anos.
Momento formativo com a Dra. Alzirinha Rocha
Seu objetivo é “Evangelizar, anunciando Jesus Cristo, como Igreja sinodal, sustentada pela Palavra e pelos Sacramentos, em comunidades de discípulos missionários, fiel à evangélica opção preferencial pelos pobres, a caminho da plenitude do Reino”.
Segundo a assessora, dentro do contexto do Sínodo sobre a Sinodalidade, dos primeiros passos do pontificado do Papa Leão XIV, as diretrizes apontam essencialmente para um caminho de conversão das relações, dos processos e dos vínculos, através da escuta atenta dos sinais, realizando seu discernimento com o espírito sinodal.
Entretanto, se faz necessário estudar, rezar, acolher e integrá-las mais na vida e missão das comunidades. A prática da missão deve se dar a partir da escuta; da vivência das expressões de sinodalidade, uma Igreja que caminha juntos, com participação, comunhão e missão, cujo chão são as comunidades eclesiais.
Houve espaço também para o Superior Provincial da Província Nossa Senhora Aparecida, Pe. Marlos Aurélio da Silva, C.Ss.R., dirigir as suas orientações e informações aos presentes, esclarecendo dúvidas e propondo caminhos para a organização da província.
É importante enfatizar também a confraternização entre os confrades presentes, a troca de experiências, o fortalecimento dos laços afetivos como religiosos que somos. Naturalmente, entregamos todos os projetos na mesa da Palavra e da Eucaristia, que também nos alimentou a vida e a vocação.
Confira os registros do encontro!
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Pe. Nelson Antônio Linhares de Souza, C.Ss.R.
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