Por Redação A12 Em Redentoristas

Vaticano reconhece virtudes heróicas de redentorista que viveu no Brasil

O Papa Francisco, durante audiência privada na última sexta-feira, 7 de novembro, autorizou o prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, a promulgar os decretos sobre as virtudes heróicas de oito servos de Deus, entre eles o Padre Pelágio Sauter, Missionário Redentorista que nasceu na Alemanha 1878 e faleceu em Goiânia (GO), em 23 de novembro de 1961.

Foto de: CSSR Redemptorist. 

Padre Pelágio Sauter

Venerável Padre Pelágio Sauter, C.Ss.R.

Padre Pelágio viveu quase toda a sua vida missionária em Goiás, especialmente no atendimento aos romeiros do Divino Pai Eterno, em Trindade (GO). Também atuou, em curtos períodos, no Santuário da Penha (SP) e no Santuário de Aparecida (SP). Desde que chegou ao Brasil, em 1909, jamais retornou à sua terra natal.

O vice-postulador da Causa de Beatificação, padre Clóvis de Jesus, explica o significado do reconhecimento pela Santa Sé, que confere ao Padre Pelágio Sauter o título de “Venerável”:

“Significa que ele viveu santamente nesta terra, praticando heroicamente todas virtudes cristãs, po exemplo, a caridade com os mais desvalidos, apesar das fragilidades humanas inerentes a cada pessoa. A Igreja reconhece a heroicidade de suas virtudes, baseada nos quase 100 depoimentos enviados para Roma”, sublinhou.

De acordo com o vice-postulador, o título de Venerável é a parte mais importante, mais trabalhosa e mais exigente de uma causa de beatificação. “É como o alicerce de uma construção. Em cima dele, vão se levantando os outros andares: beato, santo, intercessor, modelo de virtudes, glorificado na terra e no céu. O milagre exigido pela Igreja é apenas para confirmar o que foi dito sobre sua santidade. Esse milagre costuma demorar. Depende de muita pesquisa junto aos médicos e teólogos”, analisou.

Agora, prosseguem os estudos sobre o exemplo de santidade do Padre Pelágio. Em Roma, o Postulador Geral da Congregação do Santíssimo Redentor, padre Antônio Marazzo, acompanha o processo. “Nós devemos colaborar com nossa oração e ajuda material para ele receber o título de Beato e depois Santo”, concluiu padre Clóvis.

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