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Uma paróquia redentorista como centro de caridade

Escrito por Redentoristas

07 JUN 2020 - 06H20 (Atualizada em 05 SET 2022 - 10H20)

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As Constituições Redentoristas afirmam que os redentoristas são missionários fervorosos na caridade (Const. 20) e testemunham ao mundo o amor de Cristo (Const. 9).

Desde o início da Congregação, os redentoristas atuam em paróquias, seja nas missões ou na gestão delas. Desde que a paróquia apareceu na Igreja, quase que exclusivamente, o seu compasso tem sido o de cadenciar a vida das pessoas pelos sacramentos e, muitas vezes, isso é feito sem muita caridade.

Seguindo nesse ritmo, nos dias atuais, a paróquia tende a perder grande parte de sua função espiritual.

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Teremos de oferecer tanto o pão da Palavra e da Eucaristia quanto o pão da sobrevivência.


Durante a pandemia, muitas de nossas paróquias deram exemplo de inovação, mostrando a força em sua caridade. Entretanto, para ser centro de caridade, as paróquias precisam se converter em “casa comum” para o povo, intensificando sua função social.

Nossa missão redentora é continuar a missão de Jesus, que socorreu a família de Lázaro no momento de luto, e de tantas outras famílias.

:: Leia também | Como a vida paroquial pode ficar após a pandemia

Socorrer as famílias e as pessoas que estão em uma situação delicada, exercendo bem a dimensão social e espiritual, é uma ação viável para evangelizar e fazer com que a voz das paróquias em que atuamos ecoe no coração do povo.

Leia MaisIniciativa “Anjos da Vida” oferece ajuda a idosos e doentes em Diadema (SP)Para tanto, nosso modo de servir terá de chegar aonde o Estado não chega, sendo mais caritativos. Teremos de oferecer tanto o pão da Palavra e da Eucaristia quanto o pão da sobrevivência.

Uma Igreja que não serve a humanidade tende a não servir para nada, e servir postula criar espaços de auxílio de caridade, de relações humanas, de compromisso e de esperança.

Uma mudança radical no rosto das paróquias exige que nós redentoristas deixemos de agir apenas na regência dos sacramentos, para sermos também agentes de saúde do corpo e do espírito dos paroquianos.

Ser “casa comum” significa testemunhar ao mundo a ação do bem, mostrando as boas obras de modo que todos possam dizer: vejam como esses paroquianos se amam e como nos amam, pois com as suas obras eles mostram sua fé (cf. Tg 2,18).

Fonte: Secretariado de Evangelização e Pastoral, Província Campo Grande

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