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Família e vocação: Como ajudar os filhos no discernimento vocacional.

Na descoberta vocacional encontramos sentido à vida e o propósito de nossa existência

Escrito por Secretariado Vocacional Redentorista

25 SET 2023 - 09H40 (Atualizada em 25 SET 2023 - 09H41)

Secretariado Vocacional

O secretariado vocacional redentorista promoveu nesse mês de setembro um encontro vocacional mirim, que abrange crianças e pré-adolescentes de 6 a 12 anos de idade. Afim de refletirem sobre o chamado vocacional e a vida religiosa. Nesse encontro, que contou com a participação dos pais dos vocacionados, foi abordado o tema: “Família e vocação: Como a família pode ajudar os filhos no discernimento vocacional.”

A família exerce uma influência fundamental no desenvolvimento dos filhos, tanto no aspecto físico, social e psicológico como no religioso. O primeiro núcleo de socialização do ser humano é o familiar. É onde a criança encontra apoio emocional e conhece os valores morais e espirituais que formarão sua base estrutural para o enfrentamento da vida. A família também é a sua principal referência na iniciação da fé e de suas futuras vivência religiosas. As primeiras etapas do desenvolvimento humano são marcadas por descobertas, tais como a descoberta do alimento, da fala, do brincar. Posteriormente há a descoberta do mundo que a cerca e de seu relacionamento com ele, primeiramente conduzido pelos pais e em seguida por seus próprios passos. Nessa faixa etária as crianças são sonhadoras, exploradoras, criativas e costumam aspirar coisas grandes. Sonhar, explorar e conhecer enriquecem a vida, abrem portas para novas vivências, fazem brotar dons e talentos que colaboram no despertar vocacional.

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Secretariado Vocacional
Promotores Vocacionais e vocacionados mirins


Na descoberta vocacional encontramos sentido à vida e o propósito de nossa existência. A participação da família neste processo é fundamental para o desenvolvimento e amadurecimento da vocação. A partir do surgimento de um chamado vocacional nas crianças, os pais podem ajudá-las na compreensão da dimensão desse chamado, dialogando sobre o que sentem e levando-as a conhecer e a explorar a vocação. Aos pais, cabe alimentar nos filhos a capacidade de sonhar, acolhê-los nas dúvidas e medos que possam vir a ter, oferecer o máximo de informações sobre o tema, levá-los a participarem ativamente das atividades na igreja e incentivá-los na participação de encontros vocacionais.

Pensando em vocação religiosa, nessa idade nenhuma escolha precisa ser definitiva, ė apenas uma etapa da formação e da construção da pessoa que virão a ser. Acolher com afeto, amor e respeito o chamado vocacional que a criança sente em seu coração tornará esse processo mais leve, fácil e verdadeiro.



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