O Santuário Nacional acolheu, na manhã deste domingo (29), milhares de fiéis que acompanharam, dentro e fora da Casa da Mãe, a celebração de Domingo de Ramos, está que dá início a Semana Santa. A missa foi presidida pelo Administrador Apostólico, Dom Orlando Brandes.
A celebração começou na área externa, no Memorial dos Construtores. Ali, Dom Orlando abençoou os ramos e recordou o caminho quaresmal vivido nas últimas cinco semanas, como preparação para o Mistério Pascal.
Em seguida, foi proclamado o Evangelho de São Mateus (Mt 21,1-11), que narra a entrada de Jesus em Jerusalém. O texto recorda o cumprimento da profecia: “Dizei à filha de Sião: Eis que teu rei vem a ti, manso e montado num jumento” (Mt 21,5).
Após a leitura, os fiéis seguiram em procissão até o Altar Central, ao som de “Hosana”. A Liturgia da Palavra incluiu ainda a leitura do profeta Isaías (Is 50,4-7), a Carta aos Filipenses (Fl 2,6-11) e a proclamação da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo (Mt 27,11-54).
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No início da homilia, Dom Orlando saudou Pe. Eduardo Catalfo, C.Ss.R, reitor do Santuário Nacional, os demais missionários redentoristas, concelebrantes e os colaboradores da celebração. Também dirigiu palavras aos fiéis vindos de diversas regiões do Brasil.
“Quero saudar agradecido e admirado com a fé de vocês queridos irmãos e irmãs que vêm de todo o Brasil para com Nossa Senhora das Dores celebrarmos a morte e ressurreição de Jesus.”
O Administrador Apostólico recordou os que acompanharam a missa pelos meios de comunicação, com atenção especial aos enfermos, detentos, hospitalizados e povos indígenas.
O bispo também acolheu os romeiros que fazem parte da Família dos Devotos e aqueles que sintonizavam pela primeira vez. “Você vai receber grandes graças e bênçãos.”
Ao refletir sobre a liturgia, Dom Orlando destacou o contraste presente na celebração.
“Irmãos e irmãs, esse domingo é muito profundo e às vezes muito estranho. Primeiro grito: Hosana ao Filho de Davi. Segundo grito: Crucifica-o, crucifica-o. Terceiro grito: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?”
Segundo o bispo, a liturgia apresenta a morte de Jesus na esperança da ressurreição. O arcebispo também mencionou o sofrimento atual de povos atingidos pela violência e pela exclusão.
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Dom Orlando dedicou parte da homilia à Paixão proclamada segundo São Mateus, lembrando que o evangelista escreveu para comunidades judaicas e enfatizou a inocência de Jesus.
Ele recordou as humilhações sofridas por Cristo: a retirada das vestes, os insultos, as agressões. Para Dom Orlando, os sinais descritos no Evangelho após a morte: a escuridão, o véu do templo rasgado e o terremoto, manifestam a injustiça cometida.
Ao citar o oficial romano, Dom Orlando concluiu sua homilia com as palavras do centurião: “Ele era mesmo o Filho de Deus, inocente.”
add_box Por que o Domingo de Ramos antecipa a narração da Paixão de Cristo?
Outro momento importante da celebração de Ramos foi a Coleta Nacional da Solidariedade, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) todos os anos nesta mesma data litúrgica nas paróquias e comunidades do Brasil inteiro.
add_box Qual a importância da Coleta Nacional de Solidariedade?
A celebração do Domingo de Ramos, no Santuário Nacional, abriu oficialmente as celebrações da Semana Santa, convidando os fiéis a contemplar a Paixão de Cristo à luz da esperança pascal.
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