“Nossos povos não querem andar pelas sombras da morte. Têm sede de vida e de felicidade em Cristo... Procuram essa vida que se fortalece, quando é confirmada pelo Espírito de Jesus e quando o discípulo renova sua aliança de amor em Cristo, com o Pai e com os irmãos, em cada celebração eucarística.” (Doc. Aparecida, 350)
Na noite desta quinta-feira (05), a Basílica Histórica acolheu os devotos da Mãe Aparecida para o 8º dia da Novena de Pentecostes, com o tema: “Caminhar sobre a Rocha do Temor de Deus!”.
A celebração foi animada pelo Missionário Redentorista Padre Guilherme Dias Viana, C.Ss.R., da Pastoral do Santuário Nacional, e presidida pelo Diácono Pablo Vinícius, C.Ss.R., diretor-adjunto do A12.
Em sua reflexão, o Diácono falou sobre o verdadeiro sentido do dom do temor de Deus e esclareceu que não se trata de medo, mas de consciência filial.
“Usualmente, a palavra ‘temor’ evoca pavor, medo. Bom saber que o dom do temor de Deus não é medo de Deus, mas filiação divina. O medo nos trava, nos deixa parados, perdidos pelo caminho. O Espírito Santo age e nos coloca em movimento, nos faz reencontrar o caminho que nos leva ao Pai.”

Segundo o Missionário Redentorista, o temor de Deus está profundamente ligado à forma como vivemos nossa identidade como filhos:
“A filiação divina produz em nós, na nossa alma, no nosso coração, o desejo de não mais ofender aquele que nos deu a vida e vive em nós, nosso Deus e Pai e Criador. Nossa relação com Deus não deve ser uma relação com medo, mas uma relação pautada no respeito, no amor e na obediência.”
Inspirado pela leitura do livro do Êxodo, o diácono recordou a forma como Deus se revelou a Moisés como um Pai atento:
“Deus viu a miséria do povo. Deus ouviu o seu clamor. E Deus desceu para libertá-los e levá-los para uma terra boa, uma terra espaçosa, terra onde corre leite e mel. Deus não ficou parado, não ficou de braços cruzados. Ele foi ao encontro daquele povo sofrido.”
Para o Diácono, viver o dom do temor de Deus é responder com amor e compromisso à iniciativa amorosa do Pai. “O dom do temor de Deus nos faz amar a Deus Pai de tal maneira a ponto de comprometer-se: não quero mais ofendê-lo com meu pecado, com meu desamor, com minha falta de amor a Ele, ao próximo, à Sua Igreja. Quero viver para meu Deus e Pai.”
Ao final de sua reflexão, convidou a olhar para Maria como modelo de temor santo e confiança filial: “Que Maria, mulher temente a Deus, nos ajude a sermos mais de Deus e a conservarmos em nós aquela dignidade batismal de filhos e filhas de Deus.”
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