Por Redação A12 Em Igreja Atualizada em 04 MAI 2018 - 21H54

Praia de Copacabana recebe marcha pela vida contra o aborto


A 6ª edição da Marcha pela Vida contra o Aborto, promovida pelo Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto, é promovida neste domingo, 6 de maio, na Praia de Copacabana, às 14h. A concentração será em frente à Rua Miguel Lemos, no Posto 5.

O evento contará com a presença do arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, além de representantes de diversas denominações religiosas, autoridades, artistas e pessoas comuns.

A coordenadora estadual do movimento, Maria José da Silva, destacou, como objetivo do encontro, a defesa e a valorização da vida desde a concepção. “Queremos conclamar e conscientizar a sociedade brasileira das ameaças à vida humana no ventre materno, de modo especial, repudiando toda tentativa de descriminalização do aborto no Brasil. O movimento é de natureza suprapartidária e suprarreligiosa, tem a adesão de lideranças de diversos segmentos e reivindica o mais importante direito do cidadão: o direito à vida humana, garantido na Constituição Federal”, afirmou.

Leia MaisO famoso caso ROE x WADE que abriu as portas do aborto legal nos EUA Sobre o aborto, bispo reafirma que direito à vida permanece na sua totalidadeCasal contrário ao aborto é exemplo na luta pela vidaNesta edição, que terá como tema: “Vida pra viver”, a marcha traz duas importantes pautas, sendo a primeira delas Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, que permite a realização do aborto no Sistema Único de Saúde (SUS) até 12 semanas de gestação, bastando, apenas, o consentimento da gestante. Dessa forma, a relatora da ADPF 442, ministra Rosa Weber, convocou uma audiência pública, prevista para o mês de junho, para discutir a questão.

Para Maria José, o dinheiro público não pode ser utilizado para provocar a morte de inocentes. “A ADPF tramita no STF e foi protocolada por um partido, pedindo a descriminalização do aborto e até 12 semanas de gestação. Não podemos permitir que essa ameaça venha ceifar a vida de tantos bebês. Não queremos que nosso dinheiro seja repassado para derramar sangue de inocentes. Pedimos para que as pessoas entrem em contato com seus deputados para cobrar um posicionamento quanto a isso”, completou.

A segunda é o pedido de aprovação do Estatuto do Nascituro – Projeto de Lei (PL) 478/2007, que segue, há 11 anos, em tramitação no Congresso. “Iniciamos uma campanha de coleta de assinaturas em apoio ao projeto. Aqueles que puderem participar podem acessar o site brasilsemaborto.org e assinar a folha de coleta. Com o estatuto aprovado, é possível garantir a proteção tanto da gestante quando do bebê”, indicou Maria José.

Fonte: Arquidiocese do Rio.

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