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O martírio na Igreja e na Congregação Redentorista

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O martírio na Igreja e na Congregação Redentorista

Segundo a etimologia a palavra martírio vem do grego martýrion, que signica ‘testemunho’. Pelo latim eclesiástico martyriu signica “sofrimento e suplício de mártir” (Cf. AURÉLIO, Dicionário, 3ed. Nova Fronteira, 1999, p 1292).

Do ponto de vista cristão, particularmente no contexto do Novo Testamento, o mártir é aquele que preferiu morrer a negar a sua fé. Por acreditar na veracidade da Palavra revelada leva até às últimas consequências a sua missão. Sua vida não está e nem é mais importante do que o conteúdo da Palavra de Deus anunciado e vivido com entusiasmo, ardor e determinação. Na história do cristianismo muitos morreram pela fé. Por isso mesmo, foram os que primeiro receberam o culto público da Igreja.

 

A história da Congregação Redentorista é também redigida com o sangue de muitos mártires. 

Com o passar da História a Igreja foi se enriquecendo com o testemunho desses que, de forma tão heroica. deram a vida pela causa do Reino de Deus. Pode parecer que não, mas o martírio continua sendo uma forte realidade no hoje de nossa Igreja, inclusive em nosso Brasil e na América Latina, mesmo que estes homens e mulheres de coragem não tenham sido ainda reconhecidos pela Igreja.

A história da Congregação Redentorista é também redigida com o sangue de muitos mártires. Ontem tivemos os mártires da Ucrânia e da República Tcheca. Hoje temos os mártires espanhóis das comunidades de Cuenca, agora reconhecidos e os da comunidade de Madri, a espera do reconhecimento oficial.

Muitos co-hermanos tombaram na sangrenta perseguição desencadeada na Espanha dos anos que vão de 1936 a 1939, durante a Guerra Civil que foi um prelúdio para a Segunda Guerra Mundial.

Neste Informativo do CERESP segue os nomes e um pouco da vida dos Missionários Redentoristas espanhóis martirizados em Cuenca, bem como o contexto da Guerra Civil que os vitimou.

Que o sangue desses nossos cohermanos possa irrigar, de forma fecunda, cada um de nós para que tenhamos sempre disposição para continuar o “exemplo de Jesus Cristo Salvador, pregando aos pobres a Palavra de Deus, como disse Ele de si mesmo: “Enviou-me para evangelizar os pobres” (Constituição 1). Que os nossos mártires continuem intercedendo por nós, junto a Deus e a Virgem Maria, para que a nossa ação missionária seja sempre criativa e dinâmica. Que ela atenda, de forma e caz, as “urgências pastorais e se esforce por evangelizar os homens mais abandonados, principalmente os pobres” (Constituição 1) mesmo nos momentos de extrema perseguição. 

 

Pe. Vinicius G. Ponciano, CSsR
Diretor do CERESP

 

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