A Nicarágua, um dos pequenos países da América Central, abriu suas portas para os filhos de Santo Afonso Maria de Ligório. Em 1928, o primeiro redentorista, Padre Pedro del Palacio, realizou a primeira tentativa de fundação, mas sem uma ressonância positiva. O primeiro arcebispo de Manágua, Monsenhor José Antonio Lezcano y Ortega, ofereceu aos missionários redentoristas uma fundação em Masaya, que não foi aceita.
Em fevereiro de 1955, aconteceu uma fundação na cidade de Manágua e os redentoristas assumiram os cuidados das paróquias do Santíssimo Redentor e da Santíssima Trindade.
O padre José Morán Pan ali chegou, vindo da Colômbia, em 10 de fevereiro de 1955 e, hospedado na casa dos Irmãos de La Salle, dedicou-se a buscar um local adequado para a fundação. Com o apoio de novos missionários que chegaram, a abertura da nova residência em Manágua ocorreu em 23 de maio de 1956.
Criação da paróquia do Santíssimo Redentor
Em 20 de junho de 1958, foi lançada a primeira pedra do novo templo e em 10 de janeiro de 1960, a primeira parte do templo foi abençoada. A paróquia do Santíssimo Redentor, em Manágua, foi criada em 5 de abril de 1961. Naquela data o templo ainda estava em construção, sendo concluído em 1967 e, ao longo dos próximos anos, a igreja seria aumentada e embelezada.
Desde então, na Nicarágua, o trabalho missionário tem sido realizado em diversas frentes e também nas paróquias Santíssimo Redentor e Santíssima Trindade.
O apostolado dos missionários redentoristas na Nicarágua
A Nicarágua tem sido uma terra de missão para missionários redentoristas que ali se dedicaram a toda forma de apostolado recomenda pelas nossas Constituições e Estatutos.
Lado externo da Paróquia Santíssimo Redentor, em Manágua
Nas paróquias do Santíssimo Redentor e da Santíssima Trindade, os fiéis encontraram nos missionários redentoristas, ao longo de todos os anos de presença, conselheiros, professores, missionários e pastores.
O primeiro campo de ação de forma estável de apostolado dos missionários redentoristas, na terra dos lagos e vulcões, foi o campo paroquial, levando o Evangelho ao povo por meio do método simples e eficaz das assembleias familiares, para torná-las uma comunidade de comunidades.
Entre 1995 e 1996 houve um momento de transição, quando a então Vice-Província de San Salvador, que desde 1927 era guiada pelos redentoristas espanhóis, passou para as mãos dos redentoristas nativos, e o padre Walter Eduardo Hidalgo García, de nacionalidade costarriquenha, foi eleito o primeiro vice-provincial da América Central.
Com isso, a paróquia do Santíssimo Redentor também passou por momentos de transição, em menor grau, e no início da década de 1990 o primeiro centro-americano, Padre Johanny Álvarez Castro, de nacionalidade costarriquenha, foi nomeado pároco e, em setembro de 1996, o primeiro nicaraguense, Padre Bosco José Rodríguez Alvarado, foi empossado como pároco da paróquia.
Em 1972, um forte terremoto mudou a vida de muitos nicaraguenses, atingindo também a paróquia. O terremoto não só destruiu mais de um terço dos edifícios, casas e outras infraestruturas, mas tirou a vida de milhares de pessoas e a paróquia do Santíssimo Redentor não foi exceção. O belo templo e as casas de seus paroquianos se transformaram em escombros em questão de minutos.
Terremoto em 1972 destruiu prédios, casas e igrejas na Nicarágua
Após essa data fatídica e sombria, a paróquia passou por um período de inatividade pastoral, parecendo que tudo estava perdido. No entanto, o espírito apostólico que impulsionou os primeiros redentoristas a construir o templo e organizar a paróquia permaneceu vivo e, com ele, o espírito dos paroquianos que ainda habitavam o território paroquial.
Um novo templo foi construído em 1993 e remodelado em maio de 2006. Depois disso, pastoral e a vida paroquial tem sido retomadas com vigor, apesar das circunstâncias políticas muito especiais em que vive o país.
Pe. Bosco José Rodríguez Alvarado, C.Ss.R.
Fonte: Tradução livre: Pe. Inácio Medeiros, C.Ss.R.
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