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Redentoristas refletem ações para 2021

Escrito por Elisangela Cavalheiro

12 NOV 2020 - 10H27 (Atualizada em 12 NOV 2020 - 13H29)

O ano de 2020 mudou o mundo todo e também vida da Igreja passou por várias transformações. Depois de vários meses vivendo uma pandemia, a incerteza nos faz pensar quando e como vamos voltar a viver como era antes. 

Os Missionários Redentoristas da Província de São Paulo já estão refletindo sobre como será a evangelização e a vida pastoral depois da pandemia, durante o Capítulo Provincial deste ano, que ocorre desde o dia 09 e segue até sexta (13), na Vila Santo Afonso, em Guaratinguetá (SP).

Nessa realidade, duas pistas de ação devem orientar sua atuação: como serão as Santas Missões nesse contexto e a como a cultura digital pode contribuir para a missão como um todo! 

Entenda mais na entrevista com o superior provincial, padre Marlos Aurélio da Silva


Se já sabemos que nem tudo será igual, Padre Marlos Aurélio lembra que as Santas Missões, como outras frentes de trabalho da Província vão sofrer mudanças significativas, não sendo possível manter as atividades de antes da pandemia. 

"Houve uma incidência muito grande da pandemia sobre todas as realidades, mas de maneira muito especial sobre a vida pastoral e em específico, das Santas Missões que é aquela realidade aonde aglomeramos pessoas, vamos às comunidades, e tudo isso foi suspenso. E, paira agora a incerteza de quando nós vamos poder retomar estas atividades e, sabemos que num futuro não muito próximo e, obviamente em outras modalidades", assinala. 

Leia MaisRedentoristas de São Paulo vão discutir evangelização no pós-pandemiaO superior explica que os religiosos ainda não tem "todas as respostas", mas refletindo e buscando pistas de ações para 2021, eles demonstram que não estão indiferentes a "essa inquietude e provocações querendo juntos pensar e encontrar caminhos e saídas", completa.

Sobre a prevalência da cultura digital nessa realidade, padre Marlos recorda o que já tem sido feito e os passos que podem ser dados nessa direção. 

"O que a gente precisa é que haja da nossa parte uma capacitação cada vez melhor, que a gente tenha também um pouco mais de conhecimento, não só técnico, mas de como explorar mais esses meios em vista da evangelização. Então, esse desafio que nos é colocado e com a epidemia evidenciou-se muito o potencial que esses meios tem para nos ajudar na evangelização. Eles não substituem o encontro presencial, o trabalho corpo a corpo com o povo, mas eles podem ser uma ferramenta complementar". 

O superior deu ênfase especialmente ao A12, que já tem 10 anos no meio digital, e ainda os demais veículos, TV e Rádio Aparecida, entre outros, que a província de São Paulo possui e a coloca diante de um "potencial de recurso muito grande" que pode ser explorado ainda mais para a evangelização. 


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