Nesta segunda-feira (30), a Igreja dá sequência às celebrações da Semana Santa, tempo central da nossa fé que convida a comtemplarmos, de modo mais intenso, o mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus.
A Santa Missa das 9h, no Altar Central do Santuário Nacional, foi presidida pelo Pe. José Antônio Dal Bó Giovaneti, C.Ss.R., e contou com animação do Diácono Carlos Renato da Silva, C.Ss.R., reunindo o povo de Deus em oração neste tempo vivido pela Igreja.
Durante a homilia, o sacerdote destacou o sentido deste período:
“Terminamos a Quaresma e agora entramos na Grande Semana Santa, em que nós somos convidados, então, a rezarmos, refletirmos sobre a paixão, a morte, mas também a ressurreição de Jesus. Então, todas as leituras das missas desses dias tratam dessa grande realidade da vida de Jesus de modo especial.”
add O que significa fazer memória da Paixão, Morte e Ressurreição na Missa?
Ao refletir sobre a primeira leitura, o Pe. Dal Bó ressaltou o papel dos profetas na história da salvação e a missão que também é confiada a cada batizado:
“Os profetas eram pessoas do povo, pessoas da cidade, muitas vezes da roça, da zona rural, e que se abriam para Deus e se tornavam como a boca de Deus, a mente de Deus, o coração de Deus para levar à frente a missão que o povo de Israel havia recebido de Deus. [...] Nós também, no dia do nosso batismo, [...] você é um outro profeta.”
A liturgia desta segunda-feira apresenta o primeiro cântico do Servo de Javé, que revela a missão de instaurar a justiça e conduzir o povo à libertação. O sacerdote explicou que essa realidade se conecta diretamente ao mistério pascal celebrado nesta semana:
“Por isso que Páscoa é sempre a passagem do pecado para a graça de Deus, da escravidão para a liberdade, da escuridão para a luz que é o próprio Cristo Jesus.”
Em sua reflexão, o Padre também destacou que o seguimento de Cristo implica testemunhar, com a vida, os valores do Reino de Deus:
“O profeta sempre é aquele que anuncia o reino de Deus. [...] Não somente através da nossa palavra, mas também através da nossa conduta de vida, do nosso bom exemplo do nosso dia a dia.”
Ao recordar a figura do Servo sofredor, o Pe. Dal Bó apontou para a identificação com o próprio Cristo, que veio para servir: “Esse servo sofredor é o próprio Cristo Jesus, que veio para servir e não ser servido.”
Por fim, o sacerdote recordou que o caminho cristão passa pela cruz, mas se abre à esperança da ressurreição:
“Sabemos que a cruz não é o fim de tudo, porque Jesus vence a cruz pela ressurreição. [...] Só através da cruz que nós chegaremos à ressurreição.”
Encerrando a reflexão, o Padre confiou os fiéis à intercessão de Nossa Senhora, modelo de seguimento fiel a Jesus:
“Então deixemos ser olhados por Nossa Senhora. Ela que é a nossa Mãe, e Ela é Aquela que sempre indica para nós Jesus Cristo. É assim como Ele viveu, nós também devemos viver.”
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