Chegamos ao quarto dia da Novena Solene de Nossa Senhora Aparecida e a reflexão que norteou a noite desta segunda-feira (6) foi: “Com Maria, celebrar a reconciliação e o perdão do Senhor”.
Quem presidiu a celebração e conduziu a reflexão sobre a ilimitada misericórdia de Deus foi Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Aparecida (SP).
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Como animador da noite, tivemos o missionário redentorista, Ir. Alan Patrick, C.Ss.R. e outros participantes como Pe. Ronaldo Divino de Oliveira, C.Ss.R., da Pastoral do Santuário Nacional, Pe. Luiz Carlos Cruz, C.Ss.R., das Santas Missões Redentoristas, e o Frei Bartolomeu, da Santa Casa de Aparecida.
Estiveram presentes também os missionários redentoristas Pe. Eduardo Catalfo, C.Ss.R., reitor do Santuário Nacional e Pe. Marlos Aurélio, C.Ss.R., superior provincial da Província Nossa Senhora Aparecida.
Após a leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios (2Cor 5,17-20), Dom Orlando Brandes iniciou a reflexão invocando o Espírito Santo e, para isso, convidou todo o povo de Deus a cantar juntos “A nós descei Divina Luz, em nossas almas acendei o amor de Jesus”.
O Santuário Nacional, segundo o Arcebispo, é Santuário de Reconciliação. Dom Orlando disse que quando visitamos a Casa da Mãe, temos sempre a oportunidade de retornar para nossas casas e para nossas comunidades reconciliados e com o desejo de viver a reconciliação com aqueles que nos esperam.
No segundo momento da reflexão, o Arcebispo recordou o tiro que acertou o papa João Paulo II em 1981 e da atitude misericordiosa do santo que perdoou de coração o irmão que o feriu.
“O Papa nos ensinou a devolver com sorriso uma agressividade”, afirmou.
Assim como o Papa tinha uma grande devoção à Mãe de Deus, a quem dizia “Totus Tuus”, ou seja, “Todo Teu”, Dom Orlando emendou a seguinte prece à Maria: “Nossa Senhora, desvies com Tuas mãos maternais as flechas que querem nos ferir”.
No mesmo sentido, o arcebispo relatou uma história contada por um irmão da Pastoral Carcerária: uma senhora que visitava um presídio todas as quartas-feiras, disse: “Eu venho visitar este detento que matou meu filho, mas eu o trato como meu filho”.
Dom Orlando acrescentou que Nossa Senhora nos trata desse modo, como seus filhos amados, e nos leva a reconciliar com Deus e com Jesus, seu Filho.
“Nós ofendemos a Deus, e ao invés de darmos o primeiro passo de reconciliação, é sempre Deus quem se adianta a esse perdão, Ele é o primeiro a querer conceder esse perdão”, afirmou.
Na sequência, o Arcebispo disse que precisamos pedir ainda muito perdão, pois às vezes vence a discórdia e a polarização em nossos tempos. Do mesmo modo, afirmou que precisamos de uma globalização da reconciliação, pois ela recupera a fraternidade universal.
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Reconciliação para a sinodalidade
Segundo Dom Orlando, a reconciliação é tão importante porque possibilita a sinodalidade, ou seja, que caminhemos juntos. Sem ela, nos dividimos.
Na sequência, ele indicou que a Reconciliação é:
Além disso, a reconciliação é também Família e Igreja. Nesses lugares sagrados precisa existir o perdão. Por fim, o Arcebispo convidou a todos a perdoar sempre com alegria, pois Jesus insiste no perdão.
“Esse tema vai ao núcleo do coração do mundo e do nosso coração. Que Nossa Senhora, rainha do universo, mãe dos homens, nos ajude a viver a reconciliação”, concluiu.
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Faça a reflexão do quarto dia da Novena com o Pe. Ferdinando Mancilio, C.Ss.R.
A Novena e Festa da Padroeira 2025 nos convida a refletir o tema: “Com Maria, Mãe da Esperança, conhecer Jesus e cuidar da vida”, mas a cada dia é apresentado um subtema para a reflexão e fortalecimento de nossa fé.
Na reflexão do quarto dia de Novena da Padroeira, somos chamados a refletir o tema “Com Maria, celebrar a reconciliação e o perdão do Senhor!”; e o Missionário Redentorista, Pe. Ferdinando Mancilio, C.Ss.R., ajuda a compreender a necessidade de buscar o perdão do Senhor.
“O que é a reconciliação? É eu voltar para o meu irmão, voltar para Deus. É eu abraçar de novo o dom da vida do meu irmão, da minha irmã. Deus nos dá o perdão, por que ele nos dá o perdão? Porque ele quer nos ver viver na união”.
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