Neste caminho formativo sobre os 43 dogmas da Igreja, vimos as doutrinas relacionadas a Deus, a Jesus Cristo, à criação do mundo, à Virgem Maria, ao Papa e à Igreja.
Estamos percorrendo formações acerca dos dogmas relacionados às últimas coisas (Escatologia).
Iniciamos pelo dogma da morte e sua origem, vimos também sobre o céu, o inferno, o purgatório e, desta vez, tentaremos entender o dogma — o fim do mundo e a segunda vinda de Cristo.
A Igreja Católica ensina que tanto o fim do mundo quanto a segunda vinda de Cristo fazem parte da história da salvação. São ensinamentos fundamentados nas Sagradas Escrituras, na Tradição e no Magistério.
A esse retorno de Nosso Senhor é dado o nome de parusia e atrelada a ela está a Ressurreição dos Mortos e o Juízo Final.
Isso quer dizer que Jesus irá voltar no fim dos tempos para julgar os vivos e os mortos, como dizemos na profissão de fé, a fim de que livres do pecado gozemos da vida eterna.
“A partir da ascensão, a vinda de Cristo na glória está iminente mesmo que não nos «pertença saber os tempos ou os momentos que o Pai determinou com a sua autoridade» (Act 1, 7). Este advento escatológico pode realizar-se a qualquer momento, ainda que esteja «retido», ele e a provação final que o há-de preceder” (Catecismo da Igreja Católica (CIC), 673.)

A partir do Evangelho segundo Mateus 24,30, temos uma ideia da parusia:
“Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as famílias da terra hão de chorar; e verão o Filho do homem vir sobre as nuvens do céu com poder e grande glória.”
Acerca do fim do mundo, a Igreja não fala em destruições catastróficas, mas em um “novo céu e uma nova terra”.
“Vi então um novo céu e uma nova terra; porque o primeiro céu e a primeira terra tinham desaparecido e o mar já não existe […] Nisto ouvi uma voz forte, vinda do trono, que dizia: ‘Esta é a morada de Deus com os homens. Ele habitará com eles; eles serão seu povo, e ele será o Deus-com-eles.’” (Apocalipse, 21)
“Neste «mundo novo» (641), a Jerusalém celeste, Deus terá a sua morada entre os homens. «Há-de enxugar-lhes dos olhos todas as lágrimas; a morte deixará de existir, e não mais haverá luto, nem clamor, nem fadiga. Porque o que havia anteriormente desapareceu» (Ap 21, 4)”. (CIC, 1044).
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