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A Nova Constituição Apostólica promulgada pelo Papa Francisco em março, entra em vigor neste domingo (05).
O documento, que apresenta diversas reformas para a Igreja e que estava sendo elaborado desde o início de seu pontificado, impactará diretamente a Santa Sé.
Uma grande e histórica mudança é que a Congregação para Doutrina da Fé, que desde o período da inquisição guia a Igreja com rigor, não será mais tão poderosa. A Congregação foi a responsável pela condenação da Teologia da Libertação no Brasil e na América Latina.
A evangelização será o foco principal das preocupações do papado de Francisco com a mudança e, inclusive, ganhará uma Congregação própria, de grande relevância na nova Constituição Apostólica, uma importância que já era prevista no Concílio Vaticano II. Francisco também decidiu criar uma Congregação somente para a caridade.

Outra grande inovação: os cargos na Cúria Romana, a cúpula que administra a Igreja, e que frequentemente são centro de grandes disputas, poderão ser ocupados também por leigos. As mulheres também poderão ocupar os altos cargos da Cúria Romana. A reforma passou por diversas revisões jurídicas e canônicas até ser aprovada.
O Santo Padre escolheu um grupo de nove cardeais para acompanhá-lo na tarefa de mudar a Igreja, missão dura, que envolveu a remoção de Padres, Bispos e até Cardeais envolvidos em denúncias de abuso sexual. Houve também a criação de leis para combater esse crime, que provoca tanta dor nos fiéis e também na Igreja.
A nova Constituição, "Praedicate Evangelium", substitui a “Pastor Bonus”, de João Paulo II - promulgada em 28 de junho de 1988 e em vigor desde 1º de março de 1989 – e é constituída de 250 itens.
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