Em 2019, o Santo Padre, o Papa Francisco, comentou o documento “Fraternidade humana em prol da paz mundial e da convivência comum”, assinado em Abu Dhabi, entre o Papa Francisco e o Grão-Imame de Al-Azhar, Ahmad Al-Tayyeb.
O Papa manifestou, na ocasião, a sua satisfação em “constatar que este Documento, de caráter universal, esteja se difundindo também nas Américas”.
Confira abaixo sete importantes pontos que ele citou e que ficam marcados não só para toda Igreja, mas para a vida:

1. “Não existe alternativa: ou construímos o futuro juntos, ou não haverá futuro”;
2. “As religiões, de modo especial, não podem renunciar à urgente tarefa de construir pontes entre os povos e as culturas”;

3. “Nossas tradições religiosas são uma fonte necessária de inspiração para fomentar a cultura do encontro. É fundamental a cooperação inter-religiosa, baseada na promoção de um diálogo sincero e respeitoso”;
4. “A intenção do Documento é adotar: a cultura do diálogo como caminho; a colaboração comum como conduta, o conhecimento recíproco como método e critério. De agora em diante pode-se afirmar que as religiões não são um sistema fechado que não se pode mudar, mas sim, que estão a caminho”;

Leia Mais7 aspectos revelam que um cisma na Igreja é pouco provável Seis vezes em que o Papa critica o ódio 5. “É importante demonstrar que os que creem são um fator de paz para a sociedade humana e, assim, podemos responder aos que acusam injustamente as religiões de fomentar ódio e ser a causa da violência ”;
6. “A fraternidade é uma realidade humana complexa, à qual se deve prestar muita atenção e tratá-la com delicadeza”. Portanto, devemos sempre nos perguntar como agir, o que podemos fazer para que as religiões sejam canais de fraternidade e não barreiras de divisão”;

7 . “No mundo precário de hoje, o diálogo entre as religiões não é um sinal de fraqueza. Isso encontra sua razão de ser no diálogo de Deus com a humanidade”.
Fonte: * Com informações da Vatican News
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