A construção do Altar Central foi a primeira grande obra da “Campanha dos Devotos”, que hoje chamamos, carinhosamente, de Família dos Devotos.
A obra finalizada foi entregue no dia 21 de julho de 2002, com uma Cerimônia de Sagração, celebrada pelo então arcebispo de Aparecida, o cardeal Dom Aloísio Lorscheider.
A entrega da obra do Altar Central completa, então, 23 anos nesta segunda-feira (21).
Nesta data marcante e especial, recordamos da cerimônia que contou com cerca de 10 mil devotos e marcou o retorno dos fiéis à Casa da Mãe.
Na época, a missa foi presidida por Dom Aloísio Lorscheider e animada por Dom Darci Nicioli, que iniciou a celebração destacando a importância daquela data.
“Esta é uma noite bendita! Nesta celebração acontecerá a dedicação do altar-mor deste Santuário. Aqui diante de nossos olhos, fruto do trabalho dedicado de muitos e da colaboração generosa da família Campanha dos Devotos de Nossa Senhora Aparecida. Por isso, esta noite é também de gratidão e reconhecimento”, disse.
A procissão de entrada contou com a participação de um grupo de colaboradores que representou todos os que haviam trabalhado na obra do novo altar, e nesta mesma ocasião, o primeiro Livro dos Devotos foi colocado no local, contendo os nomes daqueles que colaboraram com a obra.
Ao final da celebração, em entrevista, Dom Aloisio Lorscheider agradeceu todos os que de alguma forma participaram daquele grande momento:
“Em primeiro lugar, esse altar significa o sacrifício de muitas pessoas, unido ao sacrifício de nosso Senhor Jesus Cristo”, falou.
A simbologia do Altar Central está ligada ao profeta Ezequiel, que falava da água que corre do altar e fecunda toda a terra.
O ‘zigue-zague’ que se forma em torno do Altar representa o movimento das águas, das ondas de um lago.
Cláudio Pastro, o artista que ornamentou grande parte do Santuário Nacional, utilizou um pouco da cultura indígena, pois o tracejado em zigue-zague é uma forma indígena Marajoara da representação das ondas de um lago.
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A celebração, marcada pela oração das sete horas canônicas, foi presidida pelo Pe. A celebração foi presidida pelo Pe. Célio Lopes, C.Ss.R., e animada pelo Pe. José Ulysses da Silva, C.Ss.R., unindo preces pelas mulheres, pelas famílias e pela paz mundial à espera da Ressurreição.
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