Como ex-seminarista redentorista que conviveu com irmãos, religiosos redentoristas, e que aprendeu com a vivência dos irmãos e de São Geraldo Majella, aproveito esse momento para prestar-lhes essa pequena reflexão e homenagem.
Há revoluções que não se anunciam em manifestos nem se travam em praças públicas. Elas acontecem dentro da alma. Germinam em pequenos gestos, florescem na humildade e transformam o mundo sem que o mundo perceba. Assim foi a revolução de Majella, o santo que viveu e serviu em silêncio, com uma força que atravessou séculos.
E assim, de um século a outro, um novo modo de viver o Evangelho foi se desenhando, com objetivos mais humanistas, fraternos e abertos ao diálogo.
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Mais do que recordar o passado, o encontro serviu para celebrar o presente e reafirmar o valor de uma vocação que continua viva: a vocação de servir, ensinar e redimir pela presença.
Sim, no silêncio de seus dias, Geraldo Majella mostrou que a mais poderosa das revoluções nasce da entrega humilde e silenciosa. Ele não escreveu tratado, não ergueu bandeiras, não comandou multidões. Apenas viveu o Evangelho com radical simplicidade, e por isso transformou gerações.
“O silêncio de um santo é o grito mais forte do amor.”
Foi assim com Geraldo Majella, um revolucionário manso, cuja vida simples abriu caminhos para uma fé mais humana, mais viva, mais redentora.
Que seu exemplo continue a sussurrar aos nossos dias: revoluciona quem ama. Santifica quem serve. Eterniza-se quem silencia.
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Pedro Luiz Dias - Membro da Uneser
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