A Congregação Redentorista é formada por padres e irmãos, tendo cada um deles um papel e uma missão específica, segundo o ministério para o qual foram chamados. Juntos formam uma família unida para levar o evangelho de Cristo aos mais pobres e abandonados.
Muitos são os missionários que inspiram a Vocação Redentorista. Listamos 3 irmãos da Congregação do Santíssimo Redentor que são exemplos de perseverança e dedicação à vida religiosa e consagrada.
Conheça a história de cada um deles!

É o santo redentorista mais conhecido e invocado no mundo todo. Geraldo era de família simples, perdeu o pai muito cedo e precisou ajudar sua mãe. Enfrentou muitas dificuldades e situações que poderiam levá-lo a desanimar de sua vocação, mas nunca desistiu. Tornou-se alfaiate, mesmo quando o chamado de Deus o inquietava. Conheceu os redentoristas em uma missão em sua cidade natal, Muro Lucano, na Itália. A partir daí, tomou a decisão de deixar tudo para se tornar Redentorista. Ficou conhecido como um grande missionário dos pobres. Tinha jeito e gosto para falar de Deus aos pequenos e humildes.
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Nascido no sul da Itália, era de família nobre e rica. Homem dedicado, bacharel em direito e militar. Certa vez, Vito Curzio sonhou que tentava escalar um monte alto, onde se encontravam vários padres. Mas as tentativas de subir falhavam. Eis que um dos padres, ao vê-lo, teve compaixão, dando-lhe a mão e ajudando-o a subir. Esse sonho realmente deu um novo sentido para a vida de Vito, que queria “fugir do mundo” e entregar sua vida a Deus. Conheceu então a história do Padre Afonso de Ligório e do instituto religioso que ele havia fundado recentemente. Deixou tudo para seguir o caminho dos Redentoristas. Foi o primeiro irmão da Congregação do Santíssimo Redentor.
Uma curiosidade: O símbolo principal da Congregação Redentorista, o seu brasão, foi criado por este irmão redentorista.
:: Conheça a história do brasão redentorista
Ir. Bento
Artista sacro

Natural da Baviera, na Alemanha. Filho de ricos fazendeiros, foi músico, escultor e pintor. Ingressou na Congregação Redentorista em 1857. Veio para o Brasil em 1897. O religioso morou durante quinze anos em Aparecida (SP). Dedicou seu talento à arte sacra, especialmente pinturas e esculturas. Deixou um patrimônio histórico e pastoral de grande valor. Soube usar de seus talentos pessoais em favor da vida consagrada. Sua dedicação artística foi somada à missão e à espiritualidade redentorista.
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