Em 2026, o Terço das Mulheres no Santuário Nacional de Aparecida traz como tema: “Vivemos em família a alegria do amor!”. A frase ecoa diretamente a Exortação Apostólica Amoris Laetitia, publicada pelo Papa Francisco em abril de 2016.
Logo no início do texto, o Papa apresentou o eixo central da exortação: “A alegria do amor que se vive nas famílias é também o júbilo da Igreja.” A afirmação conecta fé e cotidiano. Para Francisco, a experiência familiar é espaço de evangelização. A casa torna-se lugar de escuta, partilha e crescimento espiritual.
Ao refletir sobre o amor conjugal, o Papa escreve: “O amor é paciente, o amor é prestativo.” A citação retoma o hino à caridade da Primeira Carta aos Coríntios. No documento, o Pontífice desenvolveu cada característica desse amor aplicado à vida dos casais.
A exortação reconhece as fragilidades da sociedade atual. Francisco observou: “A família não é um problema, é sobretudo uma oportunidade.”
Ele convidou a Igreja a olhar as situações complexas com misericórdia e verdade. O texto propõe três atitudes fundamentais na ação pastoral: acompanhar, discernir e integrar.
Esses verbos tornaram-se referência para a pastoral familiar. Nesse sentido, o Papa afirmou: “Somos chamados a formar as consciências, não a pretender substituí-las.”
A frase sintetiza a postura proposta pelo documento. A Igreja orienta, ilumina e caminha junto. A decisão responsável pertence à pessoa diante de Deus.
Relação com o Terço das Mulheres 2026
O tema do Terço das Mulheres, a ser realizado nos dias 13, 14 e 15 de março em Aparecida, retoma a essência da exortação. “Vivemos em família a alegria do amor” traduz o convite de Francisco para que o Evangelho seja experimentado no ambiente doméstico.
Para os jovens fiéis, principalmente as mulheres, que vivem essa fase marcada por decisões sobre casamento e filhos, a mensagem mantém-se atual. O Papa escreveu: “Ninguém pode ser condenado para sempre, porque essa não é a lógica do Evangelho.”
A frase reforça a esperança de que o caminho cristão inclui quedas e recomeços. A família é chamada a ser espaço de reconciliação.
A Editora Santuário sugere o livro "Amoris Laetitia em Debate", do Padre Juliano Ribeiro de Almeida. A obra analisa criticamente a exortação.
Presbítero da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim (ES), ordenado em 2006, Pe. Juliano é mestre em Teologia Sistemática pelo Boston College e doutorando pela FAJE, em Belo Horizonte.
No livro, o autor examina os fundamentos doutrinais do texto papal. Ele também oferece orientações práticas para sacerdotes e leigos no acompanhamento das famílias.
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