Santo Padre

Capoeira, dança e batucada brasileira encantam o Papa na Audiência Geral

Um grupo de brasileiros da região metropolitana de João Pessoa (PB) esteve na Audiência Geral desta quarta-feira (24), no Vaticano

Escrito por Guilherme Gomes

24 MAI 2023 - 11H23 (Atualizada em 24 MAI 2023 - 11H52)

Reprodução/ Vatican Media

Leia MaisCristo Redentor apaga as luzes em solidariedade a Vinicius JuniorO Papa responde: por que festejar a partida de Jesus da Terra?Um colorido e uma batucada bem brasileiros chamaram a atenção do Papa Francisco e dos fiéis presentes na Praça de São Pedro, no Vaticano, durante a tradicional Audiência Geral.

Na manhã desta quarta-feira (24), um grupo de 21 jovens da região metropolitana de João Pessoa (PB) foi lembrado pelo Pontífice durante a saudação aos peregrinos de língua portuguesa:

Saúdo cordialmente os fiéis de língua portuguesa, especialmente os peregrinos vindos de Bragança (Portugal) e de Brasília, Rio Grande do Sul, Campo Magro, Divinópolis e Marcos Moura (Brasil)”, iniciou o Santo Padre.

E completou:

Queridos irmãos e irmãs, é o Senhor que nos sustenta no anúncio do Evangelho. Oxalá possam sentir sempre o conforto do Seu Espírito, que reconstrói a harmonia entre nós e nos abre novos caminhos de evangelização. Que Nossa Senhora proteja cada um de vocês e respectivas famílias”, disse em português.

Ao final da Audiência, à espera do tão aguardado encontro com Francisco, o grupo continuou fazendo jus às origens brasileiras, cantando, dançando e jogando capoeira.

Uma interpretação que faz parte de um espetáculo em defesa da Amazônia e da cultura dos povos originários, que alimentam a Casa Comum para divulgar a ecologia integral, que leva o nome da encíclica do Papa: "Laudato si'".


O
grupo entregou um cocar e cantou o "Rap da Felicidade" ao Papa, denunciando a violência das favelas, num grito de esperança.

"Cantamos essa música, que representa muito bem a nossa comunidade", afirmou o jovem Rodrigo Baima, que liderava o grupo, ao Vatican News.

A letra que diz: “Eu só quero é ser feliz, andar tranquilamente na favela onde eu nasci, e poder me orgulhar e ter a consciência que o pobre tem seu lugaré um grito pela vida e pelo respeito à dignidade humana.

Rodrigo, emocionado, contou que foi chamado pelo nome pelo Papa, num encontro que viu a maioria dos jovens chorando e que, ao final, Francisco ainda agradeceu pelo testemunho num belo português:

"Muito obrigado", disse o Papa.

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Fonte: Vatican News

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