Semana Santa! Reviver na fé o amor e a doação ao extremo de Jesus e Maria por nós. Nela, veneramos a discípula fiel e inseparável do Filho até a hora suprema do Calvário.
Quinta-feira santa. Dia da Eucaristia, o sacramento central da Igreja. Nesse primeiro dia do Tríduo Pascal, o mistério e a missão da Igreja refulgem na viva luz da caridade, que nos irmana no mais puro amor. No lava-pés, Jesus usou o 'avental do serviço'. Reunidos na mesa, que serve a todos e põe todos a serviço uns dos outros, lembramos com piedosa emoção a Última Ceia.
Não foi necessária nenhuma referência dos Evangelhos à presença de Maria na ceia Pascal, pois, nos anos da convivência em Nazaré, ela havia conservado e repassado ao Filho as tradições da festa mais importante da Antiga Aliança. Na sua Última Ceia, Jesus deu à Páscoa judaica um sentido totalmente novo: fez-se a vítima no lugar do cordeiro pascal. É impensável que Maria não estivesse com Ele nesse início da Nova Aliança em seu Sangue. Ela é a Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento.
Sexta-feira Santa. O olhar da fé, banhado com certa tristeza, contempla o Cristo 'homem das dores', triturado pelo sofrimento, supliciado na Cruz até a última gota de sangue. Sua morte deu-nos a vida! Frente ao mistério de iniquidade, que é o pecado, raiz de todo o mal, cremos humildemente no mistério do perdão e da libertação, que brotam do Crucificado. Por suas chagas, fomos curados!
Na Semana Santa, proclamam-se as passagens do profeta Isaías sobre o justo perseguido. Os primeiros cristãos foram entendendo que esses textos proféticos já anunciavam o mistério do Cristo-Messias, imolado como vítima pura e pacífica. Na cruz, Jesus disse a sua Palavra Maior. E, num mar de sofrimento, lá estava Sua Mãe, Maria! Ela, primeira redimida, rezava por nós no Calvário. E, como 'Mãe das Dores', reafirmava o 'sim' da encarnação. Mesmo crucificado, o Filho confiou os discípulos à Sua Mãe: "Mulher, eis aí teu filho!"

Sábado Santo. Retoma-se o ritmo normal da semana civil, mas nas comunidades reverencia-se com fervor Maria, sob o título de 'Senhora das Dores'. De algum modo atenta-se ao convite litúrgico para reviver, na prece, o luto, a solidão que Nossa Senhora viveu na terra, após o enterro de seu Jesus.
Mas o sábado é de 'Aleluia'. A alegria pascal irrompe jubilosa na Vigília, que finaliza o tríduo e liga o Sábado Santo com "o Dia que o Senhor fez para nós"!
Domingo da Ressurreição. Os fiéis trocam votos de Feliz Páscoa, graças à vida nova que o Ressuscitado nos deu. Vida da qual Maria é a mãe espiritual. Os evangelhos não precisaram falar de uma aparição do Senhor Ressuscitado à sua mãe.
Com certeza, ela teve, de modo único e especial, o conhecimento e a partilha do mistério pascal de Jesus. E sua oração no Cenáculo sustentou os apóstolos que, vacilantes e medrosos, aguardaram a vinda do Espírito Santo.
Que ela fortaleça nossa fé!
Nossa Senhora, cooperadora na obra redentora de Jesus
Maria: exemplo na vivência das práticas quaresmais
Maria é modelo na Quaresma: oração, caridade e jejum conduzem à conversão, imitando suas virtudes e entrega total a Deus e ao próximo.
Meditação dos Mistérios Dolorosos com a Mãe das Dores - III
Nesta última parte da série meditativa sobre os mistérios dolorosos do Santo Terço, meditamos os momentos finais da vida e missão de Jesus Cristo.
Meditação dos Mistérios Dolorosos com a Mãe das Dores - II
Cremos que em toda a paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, Maria está presente. Continue acompanhando essa série meditativa sobre os mistérios dolorosos.
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